Designers contra o Canva

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Photoshop e Illustrator não são ferramentas muito fáceis de dominar. Um neófito pode ficar facilmente confuso com a interface cheia de botões, janelas e menus. E a cada nova versão, mais coisas são adicionadas.

Foi pensando nisso que Melanie Perkins e Cliff Obrecht decidiram fazer um empréstimo para fundar uma empresa que iria desenvolver uma ferramenta online para criar os “yearbooks” americanos, chamada Fusion Books.

veja a matéria completa na Design magazine Brasil 

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O que é design de interiores?

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O design de interiores é uma inteligente técnica que consiste em planejar, ordenar e decorar da melhor forma cada espaço, sempre prezando quatro pontos essenciais: a estética, o conforto, a funcionalidade e a praticidade. Levando em consideração, é claro, a identidade e a rotina daqueles que frequentarão o ambiente. Logo, cabe ao designer fazer uma releitura do layout de cada ambiente, de modo a produzir um espaço indiscutivelmente fabuloso. Contudo, o profissional de design é limitado em alterar a estrutura física dos ambientes, como construir ou quebrar paredes. O que não é empecilho algum, para obter um resultado espetacular.

 

O que pode e o que não pode:

Embora, como já mencionado, o designer não possua autorização em alterar a parte física da construção, o profissional pode servir-se de outros meios eficazes para criar outros ambientes, num mesmo espaço. Graças ao gesso, ou ainda, com o auxílio da marcenaria, por exemplo, é possível separar, ou ainda, produzir outros ambientes. A disponibilidade de uma diversificada opção de revestimentos, também auxilia nessas modificações. Sendo assim, além da preparação técnica do designer, o profissional ainda possui uma variedade de meios e de produtos capazes de ajudá-lo a cumprir tão bem sua missão.

 

O profissional de design de interiores:

Oferecer uma agradável sensação de bem-estar é um dos requisitos . Logo, independente do tamanho do ambiente é fundamental que o espaço supra todas as necessidades daqueles que usufruirão do local. Sendo assim, para compor um ambiente ideal, o designer também servirá de outros indispensáveis artifícios, como o projeto de iluminação, o planejamento das cores utilizadas no ambiente, a escolha mais adequada dos móveis, dos acessórios e dos objetos decorativos, tudo de acordo com o estilo e com o orçamento do cliente.

 

Visto em: http://www.suamelhordecoracao.com.br/

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Home Offices para se inspirar

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trabalhar em casa é uma tendência que aumenta a cada ano, e já é uma realidade para muitos designers. Devemos sempre ter inspiração no trabalho, e o bom é que, em nossa própria casa, podemos deixar o escritório como quisermos. nosso parceiro 100% Design listou alguns Home Offices criativos que estão listados abaixo.

 

Visto no 100% Design.

 

 

 

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A Incrível arte de Bruno Castro

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Entrevistamos Bruno Castro, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

Primeiro design: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

Bruno: Não sei ao certo quando, mas desde muito pequeno já desenhava bem.
 
PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

Bruno: A coisa ruim de ser artista no Brasil é que muitas pessoas daqui não valorizam o trabalho, e que no começo de carreira é quase impossível de se manter. O bom de ser um artista “ilustrador” é quando seu trabalho começa a ser valorizado, e você ver suas ilustrações em lugares, produtos e etc…

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

Bruno: Eu utilizo os dois meios, quando preciso trabalhar e não estou com a mesa digitalizadora, eu não vejo problema em utilizar um um lápis e papel, mas para finalizar o trabalho sempre é digitalmente, por que passa uma aparência mas limpa para o trabalho. (ilustração)

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

Bruno: Pelo fato de existir muitas pessoas que desenham, e que não valorizam o seu trabalho, cobram preços muito baixo. Isso faz as pessoas desqualificar quem realmente é profissional aqui no Brasil.

PD: Para os jovens ilustradores e Designers que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica? Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande? Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração? Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

Bruno: No começo é normal não ser reconhecido, sempre aparece clientes que prometem divulgação, e isso não é uma boa. Nunca aceite um trabalho em troca de divulgação, por que os clientes costumam sempre vim por indicação de outros clientes satisfeitos. Quando você aceita divulgação o seu trabalho sim é divulgado, mas é divulgado para crianças de 12 e 13 anos, para pessoas que não tem nada haver com ilustração ou publicidade. Lidar com meu primeiro cliente grande deu um estimulo a mais para seguir em frente, a dica é: Pelo fato de ser uma empresa grande costumamos pensar em cobrar valores inimagináveis, e não é para ser assim, devemos cobrar sim um belo valor, mas não tão alto. E o outro problema é achar que agora que fez um trabalho para um cliente grande, você pensa em só cobrar aquele valor, e não é assim, você não pode cobrar o padeiro algo que você cobra a uma multinacional, entende?! Eu não tenho problemas com a alteração, costumo começar o trabalho apenas quando os 50 % forem depositados, então assim envio rascunhos para análise do cliente, ele aprovando eu dou continuidade ao projeto, então ele já fica ciente do que esta sendo feito. Visual é importante sim, e com certeza é mas importante que velocidade. Mais se você conseguir unir visual com velocidade é muito melhor.

 Veja abaixo alguns dos trabalhos de Bruno Castro

Você pode ver mais no site : www.ilustradorbrunocastro.com.br

e no facebook  de  Bruno Castro

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A incrível arte de Manohead

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MH

 

Natural de Garopaba – SC, Fabrício R.Garcia, o Manohead como é conhecido, iniciou a desenhar na infância, onde teve seu irmão mais velho como referência.

Sua linha de trabalho passa por diversas técnicas, desde as mais tradicionais como a xilogravura até as mais modernas como a pintura digital. A essência do trabalho de manohead, vem do seu olhar acurado e expressivo, o que o faz um artista diferenciado.

Com técnicas apuradas, o Manohead já faturou inúmeros prêmios e participações em salões de humor no Brasil e no mundo. É o caricaturista mais premiado de Santa Catarina, com mais de 30 prêmios no currículo.

Tivemos a oportunidade de conversar um pouco com o artista, veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte?

MH: Tenho contato com arte deste a infância, lembro que aos 6 anos de idade eu já desenhava dinossauros e nunca mais parei de rabiscar desde então. Interesse é algo passageiro, necessidade é algo constante, me vejo nesta constante necessária de fazer, ver e sentir arte no dia dia.

 

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

MH: São poucos os brasileiros acostumados a “consumir” arte. não somos educados para este fim. Desde a iniciação escolar, temos uma mentalidade fechada para as exatas e linguas, deixando de lado matérias de extrema importância para o desenvolvimento cognitivo como arte e filosofia, não a toa as pessoas acabam por desvalorizar ambos. Qualquer artista em iniciação acaba sofrendo e muitas vezes desistindo no meio do caminho por falta de recursos. Vivemos em um pais com altas taxas de impostos e a falta de fluxo de venda de trabalhos acabam por ceifar o empenho de qualquer um.

 

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

MH: Gosto de trabalhar com vários meios, desenho, óleo, acrílico, xilogravura, calcogravura, digital enfim, vários… O medium e o suporte são apenas uma ponte entre o pensamento criativo e a obra finalizada. Quanto maior a variedade de “técnicas” e materiais o artista dominar, maior será seu leque de possibilidades diante sua criatividade.

 

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

MH: O maior desafio está na falta de busca da própria pessoa. Vivemos em um momento “fast food” onde tudo vem muito rápido. Para quem está iniciando é normal ver que etapas são puladas com a maior normalidade, mais pra frente, essas etapas acabam por fazer falta. Existe um despreparo generalizado, a maioria dos que sonham em entrar no mercado não se preparam adequadamente, querem “aprender “muito rapidamente sem realmente se esforçar por aquilo.

 

PD: Para os jovens ilustradores e Designers que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

MH: Um NÃO sincero é o melhor remédio para você voltar e receber um SIM convincente. Recomendo a todos que lutem e se dediquem para aprender. Nada vem de graça, só quem se dedica consegue seu espaço com o tempo. Não é algo que vem de uma semana para outra. Contatos de maneira geral levam tempo para serem feitos, pois isso é como uma rede interligada, você acaba fazendo um trabalho bem feito para alguém que acaba por indicar você para outro editor.

 

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

MH: Foi algo normal, fiquei muito feliz por ser contactado. Se eles me procuraram foi porque gostaram do meu trabalho em meu portfólio virtual. Autoconfiança é fundamental para desenvolver trabalhos editoriais. Não devemos desvalorizar nosso potencial, devemos ser nosso maior fã sempre!

 

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

MH: Normalmente é enviado um esboço preliminar para o cliente avaliar, estando tudo certo é iniciado o processo de finalização. Caso tenha alterações a serem feitas, refaço e envio novamente o esboço para uma nova avaliação.

 

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

MH: Digamos que para um visual ter resultado ele precisa ser funcional. Um trabalho visual bem feito é funcional, se o objetivo é atingir objetivos uma mescla de ambos é o essencial.

 

Veja abaixo um pouco do trabalho do grande Manohead.

Para entrar em contato com ele e ver mais de seu trabalho visite www.manohead.com/

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O Concept Art de Operação Big Hero

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O ganhador do oscar Big Hero 6, Big Hero 6 – Os Novos Heróis ou Operação Big Hero é uma comédia de ação e aventura, que se passa na cidade de San Fransokyo, uma mistura de São Francisco e Tóquio.
Veja abaixo o trabalho de criação dos Concept Artists para esse incrível filme.

 

 

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A incrível arte de Jason Seiler

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Jason Seiler começou sua carreira profissional de uma forma pouco ortodoxa. Depois de ficar em apuros para desenhar paródias de seu professor de história na escola, princípio-raciocínio rápido de Jason contratou para desenhar caricaturas de diferentes membros do corpo docente. Um artista profissional nasceu. Jason passou a estudar ilustração arte na Academia Americana de Arte de Chicago, durante dois anos, antes de iniciar seu trabalho profissional a sério. Ilustrações e pinturas de Jason são vistas em grandes revistas e jornais como  Rolling Stone, Billboard, The Utne Reader, TIME, The New Yorker, Der Spiegel, Business Week, The New York Times, The Wall Street Journal, The Weekly Standard, a revista MAD , Golf Digest, AD SEMANA, revista KING, Revolver, guitarrista, The Village Voice, Penguin Group, Disney, The New York Observer, New Line Cinema, Universal Pictures, Aardman Animation e Sony Imagem, entre outros. Jason também trabalhou como designer de personagens em Alice no país das maravilhas de Tim Burton, ajudando a criar personagens como a Rainha Vermelha, o Tweedles, o Bandersnatch e muito mais.

Jason já publicou dois livros de sua arte: a arte da caricatura Jason Seiler eo livro de mesa de café, SEILER 2008-2009, com muitos de seus retratos humorísticos e ilustrações. Jason também produziu um DVD instrucional intitulado Desenhando com Jason Seiler.
trabalho de Jason foi exibido várias vezes na Society of Illustrators de Nova York, bem como na Society of Illustrators Oeste, onde Jason foi premiado com a medalha de prata por seu retrato de Elvis Costello. Seu trabalho também foi exibido em Comunicação Arts Magazine, American Illustration 29 anual, Ilustração da Taschen Now! 3, eo ​​livro, Digital Masters (2010).

Veja agora um pouco do trabalho de Jason

Veja mais de Jason em : http://jasonseiler.com/

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Princípios gerais da criatividade

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No campo da criatividade não há regras fixas, a não ser o conhecimento profundo do produto, de seus concorrentes, do mercado e do consumidor. Dessa constatação nascem os princípios gerais que a seguir serão analisados.

Prender a atenção

Com exceção das crianças, as pessoas atentam pouco para a propaganda. Por isso é tão importante que o anúncio prenda a atenção desde o primeiro momento.
Em televisão, por exemplo, está demonstrado que um spot consegue atrair a atenção do espectador durante os primeiros cinco segundos, ou nem isso. E o mesmo acontece com os outros meios de divulgação. Se a manchete ou a ilustração de um anúncio nos jornais ou revistas não consegue captar imediatamente a atenção, o leitor virará a página sem ter lido.
É evidente que a força de comunicação de uma ilustração está em sua capacidade de prender a atenção de imediato.

Buscar o destaque

As pessoas estão sobrecarregadas e intoxicadas pela propaganda. Basta ver a televisão, ouvir
o rádio, folhear o jornal ou as revistas, andar pela rua, ir a um cinema, entrar num supermercado, ou abrir as caixas de correio para comprová-lo. Isso significa que é imprescindível buscar o destaque, não só com relação aos produtos competidores, mas também com relação às demais campanhas publicitárias.
E é mais rentável destacar-se fazendo alguma coisa diferente, do que simplesmente investindo
mais. Portanto, é necessário inovar, evidentemente de forma relevante e pertinente para o produto.

 

Pensar no simples

A propaganda não dispõe, geralmente, nem de muito tempo, nem de muito espaço: os anúncios de televisão medem-se em segundos e os da imprensa em centímetros. Por isso a campanha mais efetiva é a que segue a regra de quanto mais simples, melhor.

 

Persuadir com paciência

A propaganda é antes de tudo persuasão. A campanha deve convencer o consumidor das
vantagens físicas ou emocionais do produto. Pode-se mudar a atitude das pessoas, mas nem sempre com sermões de vinte segundos. A persuasão exige tempo, geralmente maior do que aquele empregado para ler 30 ou 40 palavras.

Ser memorável

As pessoas confundem muitas ideias parecidas, e depois não se lembram bem de nenhuma.
A pesquisa prova que, em setores de forte investimento, as pessoas recordam algumas marcas e slogans, mas confundem-os, às vezes, entre si. Isso significa que, muitas vezes, se está fazendo propaganda em benefício de um competidor, ou no melhor dos casos, do setor em vez do produto.
É preciso criar anúncios memoráveis, que possam ser recordados até bastante tempo depois, e que a relação marca-slogan seja inseparável.

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CARROS ANTIGOS RETRATADOS PELO REALISMO DE CHERYL KELLEY

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As pinturas realistas de  Cheryl Kelley são extraordinárias. Nesta série, a artista pintou carros antigos, como o Cadillac e o Mustang.

O jogo de luz e gerenciamento de cores são explorados para que o objeto em foco, brilhe como os tão sonhados carros que todo o jovem da época desejou, como se estivessem em um processo de perfeitamente polimento.

Confira:

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Via S/Casca.

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Marsala: A cor do ano Pantone

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Todos os anos a Pantone elege a “cor do ano”. Isso significa a cor que vai ter mais influência em tendências para desgin, moda e beleza. E a cor de 2015 é completamente diferente da cor eleita em 2014. O lilás quente e vivo que proporcionava descontração, passou a bola para uma cor mais séria e profunda que representa sofisticação.

Marsala foi o nome escolhido para a cor do ano: marrom-avermelhado, muito envolvente e requintado. O nome da cor já rendeu boas piadas em redes sociais, uma vez que ela leva o nome de um vinho italiano e também de um molho da rede Olive Garden, também Itália.

O tom robusto fica ótimo em sofás, tapetes e pelúcias, dando ar aconchegante para os ambientes. Quanto aos cosméticos e principalmente maquiagens, a cor do ano certamente fará parte das coleções de inverno, que sempre trazem cores que misturam tons de vinho com marrom.

Coleções de grifes também já exibiram a Marsala em peças sedutoras e elegantes. A cor do ano já ocupou passarelas e vitrines, trazendo mil e uma possibilidades para usá-la em diversas situações. Já notamos ela em: batons, esmaltes, calças camurça, vestidos, bolsas e lingeries.

Fonte: FastCom

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