Belas artes all-type para se inspirar

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É sempre muito bacana quando a gente tem vários tipos de exemplos de bons trabalhos, isso também vale para peças feitas tendo como base tipografias, são elas chamadas all-type.

Uma peça all-type utiliza apenas da parte textual, preenchendo todo o campo visual utilizando palavras e efeitos nessas palavras, esses efeitos podem ser sutis como mudanças de cor e tamanho ou mais elaborados como mudar toda a estrutura do tipo e adicionar texturas e formas complexas. Embora pareça ser algo simples, a criação de um anuncio dessa forma pede um esforço muito grande por parte do redator, já que a importância está totalmente no texto e vai caber ao diretor de arte ou designer ou arte finalista, formatar a ideia de forma que não perca o sentido total do texto.

veja alguns destes  excelentes exemplos de peças para se inspirar:

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O processo criativo – deixe a mente solta para produzir

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O potencial criativo é inerente ao ser humano, é produto de sua inteligência. A inteligência por sua vez é a faculdade de conhecer, aprender e compreender o mundo que nos rodeia. O conhecimento e a compreensão advêm da informação e da observação. (LUPETTI, 2003, p. 68)

Walt Disney disse, certa vez, que criatividade é como ginástica: quanto mais se exercita, mais forte fica.

Um determinado estímulo produz uma ideia. Um outro, ou uma combinação de estímulos pode produzir outras ideias, e assim sucessivamente. É o processo de associação de ideias. O processo criativo busca estabelecer, essencialmente, essa associação de duas ou mais impressões antigas para produzir uma ideia nova. (SANT’ANNA, 1998, p. 150) Todos nós somos criativos (mesmo aqueles que não acham isso) e essa afirmação é facilmente comprovada: se pararmos por um instante e buscarmos, em nossa memória, a história de nossas vidas,
encontraremos uma conversa com amigos, ou em um almoço de família ou um outro ambiente qualquer, uma frase ou uma ação inspirada que nos ajudou a resolver um problema.
Podemos entender de uma maneira simples que a criatividade é encontrar novos caminhos que liguem elementos já conhecidos e, quanto mais elementos conhecermos, menor é o caminho que os interliga. Exemplo: quanto mais informações se absorvem sobre um determinado produto, ou serviço, mais fácil se torna o processo criativo, uma vez que identificando esses elementos que os compõem (cor, embalagem, pontos positivos, valor da marca etc.) mais fácil fica de acharmos algo que mereça destaque para ser divulgado por meio de uma imagem ou slogan.

De uma maneira genérica, podemos sintetizar o processo criativo da seguinte maneira: o desejo pode ser a identificação de um problema e a vontade de resolvê-lo. A preparação é justamente o fator que alimenta a criatividade, já que se trata da fase na qual se dedica um período para estudar o problema e seu ambiente, adquirir mais informações sobre o tema.

A criação é a capacidade de reinventar algo, ou explorar uma realidade conhecida por um ângulo novo e, claro, expressar a descoberta por meio de um código de comunicação. Ainda no subconsciente e com a mente trabalhando a mil por hora, surge a primeira solução
para o tema (Eureka! É isso! Como não havia pensado nisso antes…), ou seja, estamos na fase da iluminação, onde conseguimos traçar o caminho interligando os dados que foram adquiridos e, com isso, a solução dos nossos problemas. Porém, vale ressaltar que essa solução está no plano subconsciente e é necessário anotarmos todas as ideias que estão surgindo ou não conseguiremos lembrar depois (é aquela situação de que a resposta está na “ponta da língua”, mas não conseguimos lembrá-la).

Se você se interessou pelo assunto, leia mais no livro Publicidade e Propaganda de Márcio Carbaca Gonçalez

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Infográficos Criativos

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infografia ou infográficos  são gráficos com algumas informações. Em revistas os infográficos são caracterizados pela junção de textos breves com ilustrações explicativas para o leitor entender o conteúdo. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, jornalismo e manuais técnicos, educativos ou científicos. É um recurso muitas vezes complexo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e texto. Eles facilitam a compreensão de matérias em que apenas texto dificultaria o entendimento.

No design de jornais, por exemplo, o infográfico costuma ser usado para descrever como aconteceu determinado fato, quais suas conseqüências. Além de explicar, por meio de ilustrações,diagramas e textos, fatos que o texto ou a foto não conseguem detalhar com a mesma eficiência.

Também são úteis para cientistas como ferramentas de comunicação visual, sendo aplicados em todos os aspectos da visualização científica.

A criatividade é principal ferramenta na hora de se montar um bom infográfico, veja alguns excelentes exemplos abaixo:

 

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Embalagens Criativas #2

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

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Embalagens Criativas #3

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

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Embalagens Criativas #5

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

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GRID? PRA QUE SERVE ISSO?

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Sabemos que a arte da diagramação é, no geral, quase matemática. Não se diagrama uma página dispondo os elementos de forma aleatória. Em uma estante, as prateleiras ajudam a separar os livros, para que eles não pareçam amontoados e tenham um mínimo de harmonia visual. Do mesmo modo, se é preciso organizar as informações e as imagens em um determinado espaço é necessário ter parâmetros e referências para essa organização.

Na editoração eletrônica, ou diagramação, quando vamos organizar os elementos em uma ou várias páginas, utilizamos o grid, a “prateleira” do nosso trabalho. Ele é dividido em linhas e colunas que irão servir de referência para a utilização do espaço de forma a facilitar o trabalho de diagramação e possibilitar combinações e composições de elementos, deixando cada página organizada e mantendo a unidade visual do projeto gráfico.

Primeiro: O grid não é um monstro. Segundo: ele é seu amigo! Você sabia que definir um grid te ajuda a não cair nas garras da página em branco? Agora que vocês já foram apresentados é preciso te ensinar mais uma coisa. O grid não é seu chefe. Ele é seu assistente. Ele vai estar lá quando você tiver dúvidas sobre onde colocar uma imagem, sobre como distribuir os blocos de texto. Ele é flexível! Ele não diz: “olha, amigo diagramador, você só pode colocar imagens nesse espaço aqui, viu?”, ele apenas te sugere: “é melhor você não colar esse texto naquele, porque vai ficar ilegível. As pessoas precisam de áreas de descanso, porque os olhos entendem muita informação colada como se fosse um monte de lixo.”.

 

Ou seja, o grid vai te mostrar as milhares de possibilidades e combinações possíveis de composição de uma página sem que o seu livro, revista, folder ou outro produto pareça um Frankenstein. É como os filhos de uma mesma família: Você reconhece que eles são irmãos, que têm o mesmo material genético, mas cada página pode ter a sua personalidade, o seu caráter, a sua roupa e seus atributos físicos.

 

Devemos entender o grid, portanto, não como limitação, mas como um guia. Um prédio pode ter vários andares, mas a cobertura é sempre diferenciada, os andares inferiores podem ter varandas… Ainda assim, cada morador mobilia e decora seu apartamento de acordo com o seu bom (ou mau) gosto. Se o grid te oferece a estrutura de uma organização funcional é a sua criatividade o que vai tornar cada bloco de informações interessante e atrativo.

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Designers contra o Canva

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Photoshop e Illustrator não são ferramentas muito fáceis de dominar. Um neófito pode ficar facilmente confuso com a interface cheia de botões, janelas e menus. E a cada nova versão, mais coisas são adicionadas.

Foi pensando nisso que Melanie Perkins e Cliff Obrecht decidiram fazer um empréstimo para fundar uma empresa que iria desenvolver uma ferramenta online para criar os “yearbooks” americanos, chamada Fusion Books.

veja a matéria completa na Design magazine Brasil 

Twitter: https://twitter.com/DMBr_Oficial

Facebook: https://fb.com/revistadesignmagazine.br

 

 

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Princípios gerais da criatividade

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No campo da criatividade não há regras fixas, a não ser o conhecimento profundo do produto, de seus concorrentes, do mercado e do consumidor. Dessa constatação nascem os princípios gerais que a seguir serão analisados.

Prender a atenção

Com exceção das crianças, as pessoas atentam pouco para a propaganda. Por isso é tão importante que o anúncio prenda a atenção desde o primeiro momento.
Em televisão, por exemplo, está demonstrado que um spot consegue atrair a atenção do espectador durante os primeiros cinco segundos, ou nem isso. E o mesmo acontece com os outros meios de divulgação. Se a manchete ou a ilustração de um anúncio nos jornais ou revistas não consegue captar imediatamente a atenção, o leitor virará a página sem ter lido.
É evidente que a força de comunicação de uma ilustração está em sua capacidade de prender a atenção de imediato.

Buscar o destaque

As pessoas estão sobrecarregadas e intoxicadas pela propaganda. Basta ver a televisão, ouvir
o rádio, folhear o jornal ou as revistas, andar pela rua, ir a um cinema, entrar num supermercado, ou abrir as caixas de correio para comprová-lo. Isso significa que é imprescindível buscar o destaque, não só com relação aos produtos competidores, mas também com relação às demais campanhas publicitárias.
E é mais rentável destacar-se fazendo alguma coisa diferente, do que simplesmente investindo
mais. Portanto, é necessário inovar, evidentemente de forma relevante e pertinente para o produto.

 

Pensar no simples

A propaganda não dispõe, geralmente, nem de muito tempo, nem de muito espaço: os anúncios de televisão medem-se em segundos e os da imprensa em centímetros. Por isso a campanha mais efetiva é a que segue a regra de quanto mais simples, melhor.

 

Persuadir com paciência

A propaganda é antes de tudo persuasão. A campanha deve convencer o consumidor das
vantagens físicas ou emocionais do produto. Pode-se mudar a atitude das pessoas, mas nem sempre com sermões de vinte segundos. A persuasão exige tempo, geralmente maior do que aquele empregado para ler 30 ou 40 palavras.

Ser memorável

As pessoas confundem muitas ideias parecidas, e depois não se lembram bem de nenhuma.
A pesquisa prova que, em setores de forte investimento, as pessoas recordam algumas marcas e slogans, mas confundem-os, às vezes, entre si. Isso significa que, muitas vezes, se está fazendo propaganda em benefício de um competidor, ou no melhor dos casos, do setor em vez do produto.
É preciso criar anúncios memoráveis, que possam ser recordados até bastante tempo depois, e que a relação marca-slogan seja inseparável.

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Marsala: A cor do ano Pantone

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Todos os anos a Pantone elege a “cor do ano”. Isso significa a cor que vai ter mais influência em tendências para desgin, moda e beleza. E a cor de 2015 é completamente diferente da cor eleita em 2014. O lilás quente e vivo que proporcionava descontração, passou a bola para uma cor mais séria e profunda que representa sofisticação.

Marsala foi o nome escolhido para a cor do ano: marrom-avermelhado, muito envolvente e requintado. O nome da cor já rendeu boas piadas em redes sociais, uma vez que ela leva o nome de um vinho italiano e também de um molho da rede Olive Garden, também Itália.

O tom robusto fica ótimo em sofás, tapetes e pelúcias, dando ar aconchegante para os ambientes. Quanto aos cosméticos e principalmente maquiagens, a cor do ano certamente fará parte das coleções de inverno, que sempre trazem cores que misturam tons de vinho com marrom.

Coleções de grifes também já exibiram a Marsala em peças sedutoras e elegantes. A cor do ano já ocupou passarelas e vitrines, trazendo mil e uma possibilidades para usá-la em diversas situações. Já notamos ela em: batons, esmaltes, calças camurça, vestidos, bolsas e lingeries.

Fonte: FastCom

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