Saiba Mais Sobre Design de Embalagens

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O design de embalagens, é uma vertente do design de produto e do design gráfico. No maioria das vezes o designer de produto é responsável pela forma da própria embalagem, considerando problemas de ergonomia e estética tridimensional. Enquanto o designer gráfico trata do rótulo da embalagem, onde o produto é apresentado graficamente.

A embalagem comercial não é apenas um meio de armazenamento e transporte de um produto, mas é um objeto que possibilita aos consumidores uma relação afetiva individual com o produto.

A embalagem é a identidade da empresa a qual ela representa e em muitos casos é o único meio de comunicação do produto. O bom design de embalagem pode garantir uma boa comunicação com o consumidor, informando sobre o produto e expondo seu caráter. De acordo com a pesquisa setorial ABRE, para muitos consumidores a embalagem é o objeto que identifica simbolicamente o produto. Uma pesquisa do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE mostrou que o consumidor não dissocia a embalagem do seu conteúdo, considerando os dois como constituintes de uma mesma entidade indivisível. Sendo assim a embalagem é ao mesmo tempo expressão e atributo do conteúdo. Exemplos disto são o frasco de perfume, o extintor de incêndio, a caixa de lenços de papel, a caixa de fósforos, dentre outros, como a garrafa da Coca-Cola, a lata do Leite Moça e o frasco do perfume Chanel nº 5, que têm suas formas patenteadas.

Hoje o design das embalagens é considerado uma poderosa ferramenta de marketing e as escolas de nível superior ensinam sua metodologia para alunos tanto da disciplina do design quanto do marketing. O Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM trabalha o design da embalagem como uma especialização do design que tem como objetivo tornar os produtos mais competitivos no ponto-de-venda posicionando-os de forma estratégica na competição de mercado.

Esta nova abordagem utiliza a embalagem como ferramenta de marketing, veículo de comunicação e elo de integração com a internet. muito certo As embalagens foram criadas e desenvolvidas para satisfazer as exigências pragmáticas do capitalismo industrial e, por esse motivo, envolvem os mais variados aspectos tecnológicos. Seu processo de desenvolvimento apresenta similaridades ao processo do desenvolvimento de projetos de produtos (DPP), e o design (de produto e gráfico) “absorveu” essa responsabilidade.

O design de embalagens é, atualmente, um setor amplamente evoluído, cuja formação profissional exige disciplinas, conteúdos e experiências didáticas particulares, visando formar designers com sensibilidade e qualidades profissionais inerentes. Os estudos teóricos sobre o design de embalagem ainda são poucos, comparado à amplitude de abrangência desta área tecnológica. Particularmente no Brasil, em 1976, o então Ministério da Indústria e Comércio, publica o “Manual para Planejamento de Embalagens”, a qual possivelmente se destaca como uma das primeiras referências de apoio ao seu desenvolvimento.

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O que é o flat design?

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Este novo conceito do design visa a simplicidade e a limpeza de Layouts e elementos, levando a um entendimento mais fácil e mais simples para quem está vendo, deixando de lado relevo, 3D, quantidade grande de cores em um so elemento, gradientes e etc.Ele o estilo flat defende a ideia de que não é necessario mostrar um elemento de forma total para fazer com que as pessoas o entendam e associem a algo material.

exemplo: por que usar uma imagem de uma cadeira quando apenas a silhueta ou o contorno de uma ja deixa a entender do que estamos falando?

A simplicidade e facilidade de entendimento dos elementos facilita ao usuario a assimilar a informação de modo que fica mais simples entender aonde começar e a onde terminar de ver um layout, e esse conceito se aplica a qualquer tipo de mídia sendo digital ou impressa (o flat design tem sido mais utilizado em web sites, porem, é cada vez mais comum se encontrar material impresso com esse estilo)

Os elementos

São em sua maioria bem geométricas como quadrados ou retangulos, quando usado em elementos gráficos que simbolizam objetos reais, a simplicidade permanece ja que o objeto real não é mostrado e sim lembrado com uma imagem simples que remete a ideia do objeto em questão.

Cores

O conceito do flat design tambem se aplica no uso das cores, cores muito mais vivas são implementadas de modo a conseguir uma atenção maior para o elemento em que é aplicado, ja que no flat raramente se usam texturas ou degradês.

Tipografia

A tipografia tambem é muito importante na aplicação do conceito do flat, se a ideia é utilizar elementos visuais simples e cores sem degradês ou texturas, não é recomendado o uso de tipografias muito desenhadas, o ideal é manter a tipografia no mesmo contexto que o resto do projeto.

veja alguns exemplos de aplicação do flat Design:

 

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A importância de ter um portfólio online.

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Há algum tempo atrás montar um portfólio era uma tarefa que tomava uma grande quantidade de tempo e gerava incontáveis preocupações a quem estava montando, preocupações que iam a escolher o tamanho da impressão (sim estamos falando de portfólios impressos.) até mesmo a escolha da pasta, seria de plástico? De couro? Afinal, uma boa apresentação pode ajudar a encher os olhos de um possível cliente, todos esses pequenos detalhes contribuíam com a dificuldade de se ter um portfólio apresentável e principalmente o custo na montagem de um, felizmente, com a tecnologia ao alcance de todos agora, temos mais opções de divulgação de portfólio, a mais usada é a montagem de um site especifico para divulgar seu trabalho, algo que praticamente todo cliente exige ver antes de até mesmo pensar em contratar seu trabalho, afinal, é através dele que os clientes podem conhecer seu estilo de trabalho, seus pontos fortes, com quem já trabalhou, suas referências e etc. sendo assim, tal como a pasta de couro antigamente, o layout e a apresentação de um site portfólio é igualmente importante e também pode te ajudar a ganhar alguns pontos na hora da apresentação. Hoje em dia, há diversas opções para criar um site grátis para seu portfólio. 

 

O que todo portfólio online deve ter

– uma página inicial impactante –

Hoje em dia ninguém tem tempo, tempo é algo muito precioso, na internet então, com todas as possibilidades de pesquisa, distrações, banners por todo lado, tudo o que contribui para um possível cliente não dar atenção para seu site e abandoná-lo. Por isso, uma página inicial impactante é o que você precisa para manter quem visita seu site com vontade de continuar nele, mostre sua marca, de inicio já mostre seus melhores trabalhos, imagens grandes, faça com que sintam vontade de clicar e saber mais, um site portfólio com muito texto na página inicial tende a ser menos efetivo que um site com foco em imagens, lembre-se disso.

– formulário de contato –

Seu site está recebendo visitas e as pessoas estão gostando do que estão vendo, não demora muito e a vontade de pedir um orçamento e consultar você para uma possível contratação acontece, e como entram em contato com você? Através do seu formulário de contrato claro, seu site precisa ter um, da um toque profissional e organizado a comunicação e principalmente, por ele você já vai ter uma noção da necessidade do cliente. Um bom formulário deve ter os campos: nome (ou empresa), telefone, e-mail, assunto e mensagem.

– apenas os melhores –

Vamos falar a verdade, nem todos os trabalhos que fazemos são os que mais gostamos ou os melhores, esses são os que devem ficar de fora do seu site, afinal, não adianta ter 50 trabalhos em seu portfólio se 30 deles não foram os melhores resultados, manter trabalhos que não representam o seu melhor em seu portfólio pode ser um problema, pois a chance de um visitante abrir seu site e olhar diretamente para esse tal trabalho é bem grande, portanto, se você tem 50 trabalhos, coloque apenas os que forem os melhores, se de 50 trabalhos seus melhores forem 10, esse é o seu numero.

– organização –

Muito provavelmente seu trabalho tem variações, clientes com necessidades diferentes, trabalhos com diferentes temáticas, ilustrações, identidade visual, trabalhos pessoais e etc. O melhor a fazer quando você tem variedade em seu portfólio é categorizar de forma que, ao visitar seu site, o visitante possa ir direto para a categoria do seu trabalho que mais atenderia a necessidade dele, sendo assim, um portfólio organizado pode ajudar você a ganhar um cliente.

Como ter um portfólio online

Ter um portfólio online pode parecer fácil de ser feito se você for um web designer, um programador ou conhecer alguém com essas habilidades, mas se você não tem a menor ideia de como colocar seu trabalho na internet, essa é a parte que você vai mais gostar. Um site simples pode ser bem caro, tem o custo da hospedagem, custo do registro do domínio, e claro, o custo da implementação do site, felizmente existe um site que pode ajudar você a ter seu portfólio online e, melhor ainda, gratuitamente, trata-se do wix, um site que possibilita a qualquer um a criar sites gratuitos, utiliza um editor arrasta e solta para facilitar a vida dos que não sabem programar e, falando em facilidade, ele ainda possui vários templates semiprontos para que você tem ainda menos trabalho em montar seu portfólio, lindas galerias, otimização para dispositivos móveis, domínios, acervo de imagens, hospedagem segura, SEO, suporte 24/7 e muito mais, tudo disponível em um único lugar para você. Wix.com é uma plataforma líder de desenvolvimento web baseada em nuvem que mais de 100 milhões de pessoas em 180 países escolheram.

Vantagens de fazer seu site no wix.com

 ♦ Sites otimizados
 ♦ Sem necessidade de programação
 ♦ Templates semiprontos
 ♦ Plataforma gratuita
 ♦ Criação de sites responsivos para dispositivos móveis
 ♦ Fácil adaptação e edição
 ♦ Suporte
 ♦ SEO

E muitas outras vantagens, recomendamos que você visite o site wix.com para saber mais sobre como publicar seu portfólio online. Veja abaixo alguns exemplos de template que você pode encontrar no Wix.

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Dicas para não ter problema com a gráfica

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Na hora de criar é tudo lindo, o problema é quando você fecha o arquivo errado e a gráfica manda aquele email pedindo para que você arrume a arte e você fica sem saber o que fazer.

Estas dicas tem como objetivo orientar o Designer ao enviar o arquivo para a gráfica, seja ele livro, revista, folder, cartão ou qualquer peça gráfica para impressão em offset ou digital.

1. Especificaço es do pedido
São informações da peça como: formato aberto, formato fechado, quantidade de cores (4×4, 1×1, 4×0, 1×0, 2×1, etc), se a impressão é frente e verso ou não, quantidade de dobras, se há aplicação de verniz, relevo, hot stamp, se tem capa dura, se a capa tem orelha, se o acabamento será feito com cola, grampo, wire-o, espiral etc.
Essas informações devem ser detalhadas que o processo seja concluído sem erros.

 

2. Cores
Devemos SEMPRE trabalhar com o espaço de cor CMYK e quando houver alguma Cor Especial utilizar Spot Color como por exemplo o Pantone®.

 

3. Sangria
Sangria é uma área de segurança que pode variar de 3mm a 5mm além da área de corte.
Sua finalidade é evitar que uma peça gráfica fique com filetes brancos ao efetuar o corte final.
Nem todos os produtos precisam de sangria, como por exemplo um folder que contenha uma borda branca ou que não haja impressão nos limites do corte, caso contrário, a sangria deve ser considerada no fechamento do arquivo.
Exemplo: Um anúncio com o formato final de 21cm x 30cm, quando acrescentada a sangria, fica com 22cm x 31cm, (sangria de 0,5cm de cada lado). É claro que, além da sangria, você deve fornecer o arquivo fechado já com as marcas de corte no formato final (21×30) e informações do arquivo.

 

4. Fechando um arquivo

O termo “fechar” refere-se a preparar um arquivo para impressão.

O arquivo vai ser manipulado em outro computador, sendo assim, podem ocorrer imprevistos, como: problema de fontes, movimento acidental de elementos do arquivo, problemas de cor…

A maneira mais confiável é salvar um PDF (Portable Document Format) usando as predefinições PDF/X-1a com marcas de corte e informações do arquivo.
As fontes devem estar incorporadas no arquivo pdf, caso não tenha permissão para incorporá-la (font not embedded) deve-se transformá-las em curvas antes do fechamento.

 

Posicionamento textos/imagens
Textos e imagens espelhados que ultrapassem a marca central entre páginas duplas) – Nos livros com lombada quadrada (aqueles que terão acabamento com cola e ou costura), evite utilizar textos e imagens ao longo de duas páginas.

Toda área de grafismo não sangrada deverá respeitar uma distância mínima de 3mm das laterais, pé e cabeça da página, livros, revistas e periódicos geralmente utilizam 10mm. Se essa regra não for obedecida, os textos que estiverem além dessas margens de segurança podem ser cortados no processo de acabamento da publicação.

Deve-se evitar textos que ultrapassem a marca central entre páginas duplas (páginas espelhadas). Caso não seja possível, é recomendável que o texto seja no mínimo corpo 12 – para fontes não serifadas – e corpo 14 – com fonte serifada. É importante ressaltar que não há como garantir boa leitura para palavras entre as páginas.

 
Para impressos com acabamento em lombada quadrada:

TEXTOS: Além do já exposto acima, é necessário acrescentar, além do espaçamento normal entre as palavras / letras, mais 3 mm de abertura para cada página, ou seja, um total de 6mm.

IMAGENS: Se a imagem for sangrada, é necessário prever margem de segurança (sangria) de no mínimo 5mm e no máximo 8mm, além da linha de corte.

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A relação entre Semiótica e Design

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A metodologia projetual em design compreende os métodos, técnicas e processos para o desenvolvimento de um projeto. Bomfim (1995) afirma que métodos e técnicas podem auxiliar o desenvolvimento de projetos, tornando mais claras e organizadas as tarefas. Porém, a sua utilização não é garantia de sucesso. O sucesso no resultado de um projeto é conseqüência da criatividade e do conhecimento técnico de quem o desenvolve.

Segundo Bomfim (1995), os métodos em design apresentam três grandes fases:

Fase 1: Analítica O problema é definido. Os requisitos do projeto são traçados. Pesquisas são realizadas, como o levantamento de informações sobre projetos concorrentes ou similares, perfil do usuário, materiais e tecnologia, etc. Os dados levantados são analisados e o conceito do projeto é gerado;

Fase 2: Criativa Gerações de alternativas de projeto são desenvolvidas, selecionadas as melhores e depuradas até a seleção final da alternativa mais adequada à solução do projeto;

Fase 3: Executiva O detalhamento do projeto é feito para a execução do produto. Acompanhamento da produção.

 

Em cada uma destas fase apresentam-se ainda etapas e técnicas que podem variar de autor para autor, mas de maneira geral, estas três fases são recorrentes em diversos autores da área, como Frascara, Bürdek, Munari. Os modelos de análise da semiótica podem ser utilizados em dois momentos do processo projetual: para a análise das informações levantadas na fase 1; e na fase 2 em sua etapa final, para a testagem do resultado visual e semântico do projeto. Mas afinal, o que são os modelos semióticos, e qual sua relação com o design? a palavra semiótica designa “todo o campo de estudo abarcado tanto pela semiologia como pela semiótica”. Semiologia seria a o termo europeu que traz toda a tradição dos seguidores do suíço Ferdinand de Saussurre, e a semiótica, para a tradição norte-americana dos seguidores de Charles Saunders Peirce. Portanto, a semiótica, reunindo todas as suas vertentes teóricas, pode ser considerada a ciência da significação, aquela que estuda todas as linguagens, e ainda conforme a Prof. Oliveira (2005), “capaz de possibilitar o estudo do conjunto dos processos de produção de sentidos”.

Um modelo semiótico

Ao se desenvolver um projeto em design, deve-se selecionar o modelo que mais se adeque à necessidade do projeto. Tomemos como exemplo o desenvolvimento de uma marca e seu logotipo. Marcas criam experiências com seus clientes. As organizações desejam demonstrar ao mercado sua filosofia, sua maneira de ver o mundo, sua missão, suas competências, seus valores e, isso se dá por meio de suas ações de comunicação com o mercado e, particularmente, por sua marca (logotipo e/ou símbolo gráfico). A criação de uma marca é de responsabilidade do designer gráfico, profissional habilitado para desenvolvê-la. Uma forma de se criar a relação de identidade desta marca com seu público, é desenvolvendo uma narrativa, uma história que criará uma experiência, uma possível aproximação e identificação entre marca e cliente.

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Tipografia Criativa |Teo Menna

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teo menna

 

O designer, paulistano, Teo Menna tem trabalhos com destaque em tipografia, design editorial e identidade visual.

veja mais em  www.teomenna.com.br

Visto no Tipografia Criativa 

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Páginas:«12