A incrível arte de Jason Seiler

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Jason Seiler começou sua carreira profissional de uma forma pouco ortodoxa. Depois de ficar em apuros para desenhar paródias de seu professor de história na escola, princípio-raciocínio rápido de Jason contratou para desenhar caricaturas de diferentes membros do corpo docente. Um artista profissional nasceu. Jason passou a estudar ilustração arte na Academia Americana de Arte de Chicago, durante dois anos, antes de iniciar seu trabalho profissional a sério. Ilustrações e pinturas de Jason são vistas em grandes revistas e jornais como  Rolling Stone, Billboard, The Utne Reader, TIME, The New Yorker, Der Spiegel, Business Week, The New York Times, The Wall Street Journal, The Weekly Standard, a revista MAD , Golf Digest, AD SEMANA, revista KING, Revolver, guitarrista, The Village Voice, Penguin Group, Disney, The New York Observer, New Line Cinema, Universal Pictures, Aardman Animation e Sony Imagem, entre outros. Jason também trabalhou como designer de personagens em Alice no país das maravilhas de Tim Burton, ajudando a criar personagens como a Rainha Vermelha, o Tweedles, o Bandersnatch e muito mais.

Jason já publicou dois livros de sua arte: a arte da caricatura Jason Seiler eo livro de mesa de café, SEILER 2008-2009, com muitos de seus retratos humorísticos e ilustrações. Jason também produziu um DVD instrucional intitulado Desenhando com Jason Seiler.
trabalho de Jason foi exibido várias vezes na Society of Illustrators de Nova York, bem como na Society of Illustrators Oeste, onde Jason foi premiado com a medalha de prata por seu retrato de Elvis Costello. Seu trabalho também foi exibido em Comunicação Arts Magazine, American Illustration 29 anual, Ilustração da Taschen Now! 3, eo ​​livro, Digital Masters (2010).

Veja agora um pouco do trabalho de Jason

Veja mais de Jason em : http://jasonseiler.com/

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A incrível arte de Manohead

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MH

 

Natural de Garopaba – SC, Fabrício R.Garcia, o Manohead como é conhecido, iniciou a desenhar na infância, onde teve seu irmão mais velho como referência.

Sua linha de trabalho passa por diversas técnicas, desde as mais tradicionais como a xilogravura até as mais modernas como a pintura digital. A essência do trabalho de manohead, vem do seu olhar acurado e expressivo, o que o faz um artista diferenciado.

Com técnicas apuradas, o Manohead já faturou inúmeros prêmios e participações em salões de humor no Brasil e no mundo. É o caricaturista mais premiado de Santa Catarina, com mais de 30 prêmios no currículo.

Tivemos a oportunidade de conversar um pouco com o artista, veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte?

MH: Tenho contato com arte deste a infância, lembro que aos 6 anos de idade eu já desenhava dinossauros e nunca mais parei de rabiscar desde então. Interesse é algo passageiro, necessidade é algo constante, me vejo nesta constante necessária de fazer, ver e sentir arte no dia dia.

 

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

MH: São poucos os brasileiros acostumados a “consumir” arte. não somos educados para este fim. Desde a iniciação escolar, temos uma mentalidade fechada para as exatas e linguas, deixando de lado matérias de extrema importância para o desenvolvimento cognitivo como arte e filosofia, não a toa as pessoas acabam por desvalorizar ambos. Qualquer artista em iniciação acaba sofrendo e muitas vezes desistindo no meio do caminho por falta de recursos. Vivemos em um pais com altas taxas de impostos e a falta de fluxo de venda de trabalhos acabam por ceifar o empenho de qualquer um.

 

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

MH: Gosto de trabalhar com vários meios, desenho, óleo, acrílico, xilogravura, calcogravura, digital enfim, vários… O medium e o suporte são apenas uma ponte entre o pensamento criativo e a obra finalizada. Quanto maior a variedade de “técnicas” e materiais o artista dominar, maior será seu leque de possibilidades diante sua criatividade.

 

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

MH: O maior desafio está na falta de busca da própria pessoa. Vivemos em um momento “fast food” onde tudo vem muito rápido. Para quem está iniciando é normal ver que etapas são puladas com a maior normalidade, mais pra frente, essas etapas acabam por fazer falta. Existe um despreparo generalizado, a maioria dos que sonham em entrar no mercado não se preparam adequadamente, querem “aprender “muito rapidamente sem realmente se esforçar por aquilo.

 

PD: Para os jovens ilustradores e Designers que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

MH: Um NÃO sincero é o melhor remédio para você voltar e receber um SIM convincente. Recomendo a todos que lutem e se dediquem para aprender. Nada vem de graça, só quem se dedica consegue seu espaço com o tempo. Não é algo que vem de uma semana para outra. Contatos de maneira geral levam tempo para serem feitos, pois isso é como uma rede interligada, você acaba fazendo um trabalho bem feito para alguém que acaba por indicar você para outro editor.

 

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

MH: Foi algo normal, fiquei muito feliz por ser contactado. Se eles me procuraram foi porque gostaram do meu trabalho em meu portfólio virtual. Autoconfiança é fundamental para desenvolver trabalhos editoriais. Não devemos desvalorizar nosso potencial, devemos ser nosso maior fã sempre!

 

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

MH: Normalmente é enviado um esboço preliminar para o cliente avaliar, estando tudo certo é iniciado o processo de finalização. Caso tenha alterações a serem feitas, refaço e envio novamente o esboço para uma nova avaliação.

 

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

MH: Digamos que para um visual ter resultado ele precisa ser funcional. Um trabalho visual bem feito é funcional, se o objetivo é atingir objetivos uma mescla de ambos é o essencial.

 

Veja abaixo um pouco do trabalho do grande Manohead.

Para entrar em contato com ele e ver mais de seu trabalho visite www.manohead.com/

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A importância de ter um portfólio online.

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Há algum tempo atrás montar um portfólio era uma tarefa que tomava uma grande quantidade de tempo e gerava incontáveis preocupações a quem estava montando, preocupações que iam a escolher o tamanho da impressão (sim estamos falando de portfólios impressos.) até mesmo a escolha da pasta, seria de plástico? De couro? Afinal, uma boa apresentação pode ajudar a encher os olhos de um possível cliente, todos esses pequenos detalhes contribuíam com a dificuldade de se ter um portfólio apresentável e principalmente o custo na montagem de um, felizmente, com a tecnologia ao alcance de todos agora, temos mais opções de divulgação de portfólio, a mais usada é a montagem de um site especifico para divulgar seu trabalho, algo que praticamente todo cliente exige ver antes de até mesmo pensar em contratar seu trabalho, afinal, é através dele que os clientes podem conhecer seu estilo de trabalho, seus pontos fortes, com quem já trabalhou, suas referências e etc. sendo assim, tal como a pasta de couro antigamente, o layout e a apresentação de um site portfólio é igualmente importante e também pode te ajudar a ganhar alguns pontos na hora da apresentação. Hoje em dia, há diversas opções para criar um site grátis para seu portfólio. 

 

O que todo portfólio online deve ter

– uma página inicial impactante –

Hoje em dia ninguém tem tempo, tempo é algo muito precioso, na internet então, com todas as possibilidades de pesquisa, distrações, banners por todo lado, tudo o que contribui para um possível cliente não dar atenção para seu site e abandoná-lo. Por isso, uma página inicial impactante é o que você precisa para manter quem visita seu site com vontade de continuar nele, mostre sua marca, de inicio já mostre seus melhores trabalhos, imagens grandes, faça com que sintam vontade de clicar e saber mais, um site portfólio com muito texto na página inicial tende a ser menos efetivo que um site com foco em imagens, lembre-se disso.

– formulário de contato –

Seu site está recebendo visitas e as pessoas estão gostando do que estão vendo, não demora muito e a vontade de pedir um orçamento e consultar você para uma possível contratação acontece, e como entram em contato com você? Através do seu formulário de contrato claro, seu site precisa ter um, da um toque profissional e organizado a comunicação e principalmente, por ele você já vai ter uma noção da necessidade do cliente. Um bom formulário deve ter os campos: nome (ou empresa), telefone, e-mail, assunto e mensagem.

– apenas os melhores –

Vamos falar a verdade, nem todos os trabalhos que fazemos são os que mais gostamos ou os melhores, esses são os que devem ficar de fora do seu site, afinal, não adianta ter 50 trabalhos em seu portfólio se 30 deles não foram os melhores resultados, manter trabalhos que não representam o seu melhor em seu portfólio pode ser um problema, pois a chance de um visitante abrir seu site e olhar diretamente para esse tal trabalho é bem grande, portanto, se você tem 50 trabalhos, coloque apenas os que forem os melhores, se de 50 trabalhos seus melhores forem 10, esse é o seu numero.

– organização –

Muito provavelmente seu trabalho tem variações, clientes com necessidades diferentes, trabalhos com diferentes temáticas, ilustrações, identidade visual, trabalhos pessoais e etc. O melhor a fazer quando você tem variedade em seu portfólio é categorizar de forma que, ao visitar seu site, o visitante possa ir direto para a categoria do seu trabalho que mais atenderia a necessidade dele, sendo assim, um portfólio organizado pode ajudar você a ganhar um cliente.

Como ter um portfólio online

Ter um portfólio online pode parecer fácil de ser feito se você for um web designer, um programador ou conhecer alguém com essas habilidades, mas se você não tem a menor ideia de como colocar seu trabalho na internet, essa é a parte que você vai mais gostar. Um site simples pode ser bem caro, tem o custo da hospedagem, custo do registro do domínio, e claro, o custo da implementação do site, felizmente existe um site que pode ajudar você a ter seu portfólio online e, melhor ainda, gratuitamente, trata-se do wix, um site que possibilita a qualquer um a criar sites gratuitos, utiliza um editor arrasta e solta para facilitar a vida dos que não sabem programar e, falando em facilidade, ele ainda possui vários templates semiprontos para que você tem ainda menos trabalho em montar seu portfólio, lindas galerias, otimização para dispositivos móveis, domínios, acervo de imagens, hospedagem segura, SEO, suporte 24/7 e muito mais, tudo disponível em um único lugar para você. Wix.com é uma plataforma líder de desenvolvimento web baseada em nuvem que mais de 100 milhões de pessoas em 180 países escolheram.

Vantagens de fazer seu site no wix.com

 ♦ Sites otimizados
 ♦ Sem necessidade de programação
 ♦ Templates semiprontos
 ♦ Plataforma gratuita
 ♦ Criação de sites responsivos para dispositivos móveis
 ♦ Fácil adaptação e edição
 ♦ Suporte
 ♦ SEO

E muitas outras vantagens, recomendamos que você visite o site wix.com para saber mais sobre como publicar seu portfólio online. Veja abaixo alguns exemplos de template que você pode encontrar no Wix.

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Efeito Minimalista em Marcas Famosas

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Design minimalista é um dos movimentos de design mais importantes do século 20 e início do século 21. Não é o mais popular, mas sem dúvida penetrou em mais campos do que qualquer outra arte ou tendência de design: carros, filmes e jogos, aplicativos, na web e em projetos visuais.

Você pode não saber o que é minimalismo, mas as chances de você estar convivendo com ele é grande: um telefone moderno, um site clean ou interface do aplicativo, um livro ou outras informações graficamente apresentadas e assim por diante.

A razão pela qual o minimalismo penetrou em tantos campos é menos conhecida do que a arte pop, por exemplo, pelo fato de ser mais um princípio do que um estilo visual. Não é chamativo, mas é mais influente e difundido.

uma empresa de Design A2591, despiu grandes marcas e criaram embalagens minimalistas, mantendo os padrões de cores e estruturas.

Via: http://plugcitarios.com/

 

 

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A Incrível arte de Bruno Castro

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Entrevistamos Bruno Castro, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

Primeiro design: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

Bruno: Não sei ao certo quando, mas desde muito pequeno já desenhava bem.
 
PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

Bruno: A coisa ruim de ser artista no Brasil é que muitas pessoas daqui não valorizam o trabalho, e que no começo de carreira é quase impossível de se manter. O bom de ser um artista “ilustrador” é quando seu trabalho começa a ser valorizado, e você ver suas ilustrações em lugares, produtos e etc…

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

Bruno: Eu utilizo os dois meios, quando preciso trabalhar e não estou com a mesa digitalizadora, eu não vejo problema em utilizar um um lápis e papel, mas para finalizar o trabalho sempre é digitalmente, por que passa uma aparência mas limpa para o trabalho. (ilustração)

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

Bruno: Pelo fato de existir muitas pessoas que desenham, e que não valorizam o seu trabalho, cobram preços muito baixo. Isso faz as pessoas desqualificar quem realmente é profissional aqui no Brasil.

PD: Para os jovens ilustradores e Designers que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica? Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande? Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração? Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

Bruno: No começo é normal não ser reconhecido, sempre aparece clientes que prometem divulgação, e isso não é uma boa. Nunca aceite um trabalho em troca de divulgação, por que os clientes costumam sempre vim por indicação de outros clientes satisfeitos. Quando você aceita divulgação o seu trabalho sim é divulgado, mas é divulgado para crianças de 12 e 13 anos, para pessoas que não tem nada haver com ilustração ou publicidade. Lidar com meu primeiro cliente grande deu um estimulo a mais para seguir em frente, a dica é: Pelo fato de ser uma empresa grande costumamos pensar em cobrar valores inimagináveis, e não é para ser assim, devemos cobrar sim um belo valor, mas não tão alto. E o outro problema é achar que agora que fez um trabalho para um cliente grande, você pensa em só cobrar aquele valor, e não é assim, você não pode cobrar o padeiro algo que você cobra a uma multinacional, entende?! Eu não tenho problemas com a alteração, costumo começar o trabalho apenas quando os 50 % forem depositados, então assim envio rascunhos para análise do cliente, ele aprovando eu dou continuidade ao projeto, então ele já fica ciente do que esta sendo feito. Visual é importante sim, e com certeza é mas importante que velocidade. Mais se você conseguir unir visual com velocidade é muito melhor.

 Veja abaixo alguns dos trabalhos de Bruno Castro

Você pode ver mais no site : www.ilustradorbrunocastro.com.br

e no facebook  de  Bruno Castro

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CARROS ANTIGOS RETRATADOS PELO REALISMO DE CHERYL KELLEY

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As pinturas realistas de  Cheryl Kelley são extraordinárias. Nesta série, a artista pintou carros antigos, como o Cadillac e o Mustang.

O jogo de luz e gerenciamento de cores são explorados para que o objeto em foco, brilhe como os tão sonhados carros que todo o jovem da época desejou, como se estivessem em um processo de perfeitamente polimento.

Confira:

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Via S/Casca.

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A Incrível arte de Adilson Farias

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Entrevistamos Adilson Farias, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

AF: Como a maioria de quem trabalha com arte, desenho desde criança. Tenho lembranças de tentar fazer algo mais sério com meu irmão mais velho, (hoje também ilustrador) de copiar e tentar desenhar os super heróis das HQs, e fazer nossas próprias histórias. Acho que foi ai que começou meu interesse por arte. Com o tempo, o desenho ficou um pouco de lado, voltei a me interessar especificamente por ilustração aos 20 e poucos anos, por influências de amigos que trabalham na área. De lá pra cá, a arte tem sido constante. Se tornou uma liturgia diária.

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

 AF: Começar pelos baixos… A ilustração, arte num geral, ainda não é valorizada como em outros países em que se pode trabalhar e viver bem da sua arte. A dificuldade de cursos e faculdades voltadas a ilustração também dificultam e retardam o aprendizado.  Alem de cada vez mais estar vendo a profissão em decadência, na questão de valores, muitos preocupados em ter algo publicado, cobrando pouco ou aceitando tabela de preços imposto por clientes, e muitas vezes fazendo de graça.
Se valorizar, buscar saber o preço que esta sendo cobrado no mercado por profissionais que atuam a mais tempo, é o básico pra ter um início digno na profissão e manter o mercado valorizado.

Os altos… Trabalhar com o que gosta, poder fazer alguma diferença na sociedade que vivemos. Apesar de alguns pesares é uma profissão que escolhemos com o coração.

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

AF: Tenho fases. Ultimamente quando estou fazendo algum trabalho pessoal, desenhando pra mim, estou preferindo ir para técnica tradicional, a aquarela. Estou gostando bastante de experimentar e brincar com a técnica. Mas isso muda, ja fui mais de testar e procurar estilos no digital. Não tenho uma técnica preferida. Vai do momento. Tenho a opinião de que desenho bom é desenho bom, não importa a técnica.

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

 AF: O desafio esta em você mesmo. E o reconhecimento vem com a qualidade. Não adianta criar um discurso bonito para tentar vender seu trabalho, se não for bom, não vai pra frente. Desenho tem que se vender por si só. Então, é estudar e  ter um produto que corresponda da melhor forma a necessidade na área de atuação que pretende trabalhar. Ter sua particularidade, seu estilo visual e muito profissionalismo. O reconhecimento acontece pela busca constante por qualidade.

PD: Para os jovens ilustradores e Designer que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

AF: Esse reconhecimento apropriado vem com o tempo. Faz parte da carreira levar muitos nãos. E esses nãos, vem para te lapidar. Sempre encare um não como uma oportunidade de melhorar e conquistar muitos sins no futuro. Em meu primeiro emprego como ilustrador, fui negado duas vezes. Essas duas negações me fizeram correr atrás e melhorar. Na terceira vez consegui o trabalho. Mesmo assim, tive muitos outros nãos. Faz parte.

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

 AF: Primeiro trabalho com um cliente grande senti uma certa pressão, mas foi de minha parte. Com o desenvolver do trabalho vi que era algo tranquilo e que o cliente queria algo espontâneo e sincero. Acabou sendo mais tranquilo, mesmo rolando aquele medo de não estar fazendo certo ou o melhor. Com o tempo, a gente vai pegando o jeito e descobre que o cliente te contrata porque curte o trabalho e ele próprio esta bem resolvido com o material que você vai entregar. Então, a pressão esta mais com o artista visual. O que é bom, pois relaxar demais e se achar demais é perigoso.

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

AF: Alteração de inicio sempre é chato. Eu trabalho bastante com editoras em livros paradidáticos e didáticos. Quando começo um trabalho com uma editora nova é quando vem mais correção. Com a experiência, você vai entendendo melhor o que cada cliente necessita e as correções tendem a diminuir. Algumas correções são bem vindas e é uma oportunidade de fazer melhor.

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

AF: Meu estilo de desenho é voltado para o público infantil. Em cada livro que ilustro, necessito de ambos. A imagem, tem que ser visual e funcional. Ambos são importantes para trabalhar junto ao texto, ajudando a contar cada história.

 

Veja abaixo alguns trabalhos de Adilson:

 

Você pode conhecer mais sobre o ilustrador em http://ailustra.blogspot.com.br/

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A Incrível Arte de Alex Ross

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Alex Ross (nascido em 22 de janeiro de 1970) é um pintor de histórias em quadrinhos norte-americano, aclamado pelo realismo fotográfico de seu trabalho. Ross é, de longe, o mais proeminente pintor dos quadrinhos e é conhecido por sua paixão pelos visuais antigos de personagens clássicos e pelo lado místico dos super-heróis.

Nos últimos dez anos a maioria de seu trabalho foi direcionado para as duas grandes editoras do gênero, aMarvel Comics e a DC Comics. Ele também é co-criador da série Astro City, que explora o mito de super-heróis.

Entre os trabalhos de Ross destacam-se Kingdom Come (Reino do Amanhã) (DC, 1996), sobre um futuro violento onde os humanos não conseguem mais conviver com os supra-humanos e Marvels (ed.Marvel, 1994), minissérie em quatro partes, sobre o ponto de vista de pessoas comuns em um mundo recém apresentado aos super-heróis. No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, Ross lançou em parceria com Paul Dini histórias em formato tablóide comemorando o aniversário de 60 anos dos ícones Superman, Batman, Mulher-Maravilha e Capitão Marvel.

 

Veja abaixo alguns dos trabalhos de Ross:

 

Veja mais em http://www.alexrossart.com/

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Concept Art – Homem de Ferro 3

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Concept art é a forma de ilustração na qual o objetivo principal é transportar uma representação visual de um design, ideia, e/ou modo para uso em filmes, video games, ou revistas/livros antes do produto final. Essa é uma designação relativamente nova, popularizada por artistas que trabalham no setor automobilístico e na indústria de jogos. Esse termo começou a ser usado desde 1930 pela indústria tradicional de animação na qual estavam sendo descritas imagens pintadas ou desenhadas que ilustravam a aparência, sentimento, design, cores, etc, do filme animado que estava sendo produzido. Concept art é também referida como “desenvolvimento visual”, na animação tradicional. O termo foi mais tarde adotado pela indústria de games. Essas ilustrações tornaram-se necessárias para o desenvolvimento de propriedades visuais.

Segue abaixo a arte que foi feita para a criação das armaduras e dos testes de cenas do filme Homem de Ferro 3.

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Clássicos da Disney recoloridos com técnicas 3D

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Tyson Murphy é ilustrador e designer de personagens da produtora de jogos Blizzard, e em uma série de trabalhos ele nos mostra como seriam alguns clássicos da Disney se fossem feitos hoje em 3D. Utilizando alguns softwares de manipulação de imagem, como o Photoshop, o artista traz luz, profundidade e dimensão a essas imagens icônicas.

Leia o post completo no Designine http://www.designine.com.br/2014/11/classicos-da-disney-re-coloridos-com.html#ixzz3PCx0K6pd

Fonte original: Designine © 2014

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