Embalagens Criativas #5

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

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Fotografia | Processos Fotográficos

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A fotografia não é a obra final de um único criador, ao longo da história, diversas pessoas foram agregando conceitos e processos que deram origem à fotografia como a conhecemos. O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida porLeonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI para esboçar pinturas.

O cientista italiano Angelo Sala, em 1604, percebeu que um composto de prata escurecia ao Sol, supondo que esse efeito fosse produzido pelo calor. Foi então que, Johann Heinrich Schulze fazendo experiências com ácido nítrico, prata e gesso em 1724, determinou que era a prata halógena, convertida em prata metálica, e não o calor, que provocava o escurecimento.

A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado depetróleo fotossensível chamado Betume da Judeia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de “heliografia”, gravura com a luz do Sol. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado “Diorama”. Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade.

Os processos fotográficos são:

Fotografia em preto e branco

A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX.14 Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, como o daguerreótipo – aproximadamente na década de 1823 – até aosfilmes preto e branco atuais, houve muita evolução técnica e diminuição dos custos. Os filmes atuais têm uma grande gama de tonalidade, superior até mesmo aos coloridos, resultando em fotos muito ricas em detalhes. Por isso, as fotos feitas com filmes PB são superiores as fotos coloridas convertidas em PB.

Fotografia colorida

A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha – a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata.

O primeiro filme colorido moderno, o Kodachrome, foi introduzido em 1935 baseado em três emulsões coloridas. A maioria dos filmes coloridos modernos, exceto o Kodachrome, são baseados na tecnologia desenvolvida pela Agfa-color em 1936. O filme colorido instantâneo foi introduzido pela Polaroid em 1963.

A fotografia colorida pode formar imagens como uma transparência positiva, planejada para uso em projetor de slides(diapositivos) ou em negativos coloridos, planejado para uso de ampliações coloridas positivas em papel de revestimento especial. O último é atualmente a forma mais comum de filme fotográfico colorido (não digital), devido à introdução do equipamento de foto impressão automático.

Fotografia digital

Fotografia digital é uma imagem digital obtida por meio de uma câmera digital. Sendo um arquivo digital, pode, utilizando um computador, ser editada, impressa, enviada por e-mail ou armazenada em qualquer dispositivo de armazenamento digital.

A fotografia tradicional era um fardo considerável para os fotógrafos que trabalhavam em localidades distantes – como correspondentes de órgãos de imprensa – sem acesso às instalações de produção. Com o aumento da competição com a televisão, houve um aumento na urgência para se transferir imagens aos jornais mais rapidamente.

Fotógrafos em localidades remotas carregariam um mini laboratório fotográfico com eles, e alguns meios de transmitir suas imagens pela linha telefônica. Em 1990, a Kodak lançou o DCS 100, a primeira câmera digital comercialmente disponível. Seu custo impediu o uso em fotojornalismo e em aplicações profissionais, mas a fotografia digital surgiu neste momento.

Em 10 anos, as câmeras digitais se tornaram produtos de consumo, e estão, de modo irreversível, substituindo gradualmente suas equivalentes tradicionais em muitas aplicações, pois o preço dos componentes eletrônicos cai e a qualidade da imagem melhora.

A Kodak anunciou em janeiro de 2004 o fim da produção da câmeras reutilizáveis de 35 milímetros após o término daquele ano. Entretanto, a fotografia “líquida” irá perdurar, pois os amadores dedicados e artistas qualificados preservam o uso de materiais e técnicas tradicionais.

Fotografia panorâmica

A fotografia panorâmica, assim como a palavra panorama, refere-se a uma vista inteira de uma área circunvizinha. As fotografias panorâmicas tentam capturar tal vista.

A máquina fotográfica 360° é uma câmera fotográfica capaz de fazer uma única fotografia panorâmica completa (abrangendo toda a volta) a partir de um determinado ponto.

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Embalagens Criativas #4

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

 

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Comerciais com Cães

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A liberdade criativa que existe quando se cria um comercial é o que faz com que os criativos coloquem os amigos caninos em situações das mais diversas para vender o produto em questão, independente do produto a ser vendido, eles sempre acabam chamando a atenção por sua ” interpretação “.

Confira abaixo uma lista desses comerciais bons pra cachorro:

 

 

 

 

 

 

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A Incrível arte de Adilson Farias

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Entrevistamos Adilson Farias, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

AF: Como a maioria de quem trabalha com arte, desenho desde criança. Tenho lembranças de tentar fazer algo mais sério com meu irmão mais velho, (hoje também ilustrador) de copiar e tentar desenhar os super heróis das HQs, e fazer nossas próprias histórias. Acho que foi ai que começou meu interesse por arte. Com o tempo, o desenho ficou um pouco de lado, voltei a me interessar especificamente por ilustração aos 20 e poucos anos, por influências de amigos que trabalham na área. De lá pra cá, a arte tem sido constante. Se tornou uma liturgia diária.

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

 AF: Começar pelos baixos… A ilustração, arte num geral, ainda não é valorizada como em outros países em que se pode trabalhar e viver bem da sua arte. A dificuldade de cursos e faculdades voltadas a ilustração também dificultam e retardam o aprendizado.  Alem de cada vez mais estar vendo a profissão em decadência, na questão de valores, muitos preocupados em ter algo publicado, cobrando pouco ou aceitando tabela de preços imposto por clientes, e muitas vezes fazendo de graça.
Se valorizar, buscar saber o preço que esta sendo cobrado no mercado por profissionais que atuam a mais tempo, é o básico pra ter um início digno na profissão e manter o mercado valorizado.

Os altos… Trabalhar com o que gosta, poder fazer alguma diferença na sociedade que vivemos. Apesar de alguns pesares é uma profissão que escolhemos com o coração.

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

AF: Tenho fases. Ultimamente quando estou fazendo algum trabalho pessoal, desenhando pra mim, estou preferindo ir para técnica tradicional, a aquarela. Estou gostando bastante de experimentar e brincar com a técnica. Mas isso muda, ja fui mais de testar e procurar estilos no digital. Não tenho uma técnica preferida. Vai do momento. Tenho a opinião de que desenho bom é desenho bom, não importa a técnica.

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

 AF: O desafio esta em você mesmo. E o reconhecimento vem com a qualidade. Não adianta criar um discurso bonito para tentar vender seu trabalho, se não for bom, não vai pra frente. Desenho tem que se vender por si só. Então, é estudar e  ter um produto que corresponda da melhor forma a necessidade na área de atuação que pretende trabalhar. Ter sua particularidade, seu estilo visual e muito profissionalismo. O reconhecimento acontece pela busca constante por qualidade.

PD: Para os jovens ilustradores e Designer que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

AF: Esse reconhecimento apropriado vem com o tempo. Faz parte da carreira levar muitos nãos. E esses nãos, vem para te lapidar. Sempre encare um não como uma oportunidade de melhorar e conquistar muitos sins no futuro. Em meu primeiro emprego como ilustrador, fui negado duas vezes. Essas duas negações me fizeram correr atrás e melhorar. Na terceira vez consegui o trabalho. Mesmo assim, tive muitos outros nãos. Faz parte.

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

 AF: Primeiro trabalho com um cliente grande senti uma certa pressão, mas foi de minha parte. Com o desenvolver do trabalho vi que era algo tranquilo e que o cliente queria algo espontâneo e sincero. Acabou sendo mais tranquilo, mesmo rolando aquele medo de não estar fazendo certo ou o melhor. Com o tempo, a gente vai pegando o jeito e descobre que o cliente te contrata porque curte o trabalho e ele próprio esta bem resolvido com o material que você vai entregar. Então, a pressão esta mais com o artista visual. O que é bom, pois relaxar demais e se achar demais é perigoso.

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

AF: Alteração de inicio sempre é chato. Eu trabalho bastante com editoras em livros paradidáticos e didáticos. Quando começo um trabalho com uma editora nova é quando vem mais correção. Com a experiência, você vai entendendo melhor o que cada cliente necessita e as correções tendem a diminuir. Algumas correções são bem vindas e é uma oportunidade de fazer melhor.

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

AF: Meu estilo de desenho é voltado para o público infantil. Em cada livro que ilustro, necessito de ambos. A imagem, tem que ser visual e funcional. Ambos são importantes para trabalhar junto ao texto, ajudando a contar cada história.

 

Veja abaixo alguns trabalhos de Adilson:

 

Você pode conhecer mais sobre o ilustrador em http://ailustra.blogspot.com.br/

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Design de Interiores | A cor azul

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No uso correto das cores é umas das maiores armas do design de interiores, levando-se em consideração não apenas paredes, pisos e forros, mas também o mobiliário.

  • As cores criam uma atmosfera e podem mudar o humor de uma pessoa.
  • A escolha das cores é uma questão subjetiva de bom-senso.
  • O  estudo das cores é realizado por diversas ciências (exatas, humanas e biológicas).
  • Costuma-se dizer que as mulheres têm a percepção das cores mais aguçadas que o homem.

 

AZUL – cor da tranqüilidade e paz de espírito

 

Reduz o stress e a ansiedade, traz saúde emocional, paz e calma. Promove o entendimento entre as pessoas. Favorece as atividades intelectuais e a meditação. Simboliza: devoção, fé, aspiração, sinceridade, lealdade, confiança e tranqüilidade. Essa cor deve ser evitada por pessoas com tendência à depressão.

Veja abaixo alguns ambientes em que a cor azul foi utilizada.

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Comerciais de Perfume

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Um comercial tem que passar  as qualidades do produto, gerar vontade nos espectadores e principalmente a futura ação da compra. Para um comercial de perfume a coisa fica mais complicada, porque de uma forma visual, o comercial deve passar o conceito e a ideia de como seria a fragrância, para qual momento deve ser usada, seus níveis (se é um perfume mais forte ou mais delicado) e etc.

Veja abaixo alguns bons comerciais de perfumes:

 

 

 

 

 

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O que é design de interiores?

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O design de interiores é uma inteligente técnica que consiste em planejar, ordenar e decorar da melhor forma cada espaço, sempre prezando quatro pontos essenciais: a estética, o conforto, a funcionalidade e a praticidade. Levando em consideração, é claro, a identidade e a rotina daqueles que frequentarão o ambiente. Logo, cabe ao designer fazer uma releitura do layout de cada ambiente, de modo a produzir um espaço indiscutivelmente fabuloso. Contudo, o profissional de design é limitado em alterar a estrutura física dos ambientes, como construir ou quebrar paredes. O que não é empecilho algum, para obter um resultado espetacular.

 

O que pode e o que não pode:

Embora, como já mencionado, o designer não possua autorização em alterar a parte física da construção, o profissional pode servir-se de outros meios eficazes para criar outros ambientes, num mesmo espaço. Graças ao gesso, ou ainda, com o auxílio da marcenaria, por exemplo, é possível separar, ou ainda, produzir outros ambientes. A disponibilidade de uma diversificada opção de revestimentos, também auxilia nessas modificações. Sendo assim, além da preparação técnica do designer, o profissional ainda possui uma variedade de meios e de produtos capazes de ajudá-lo a cumprir tão bem sua missão.

 

O profissional de design de interiores:

Oferecer uma agradável sensação de bem-estar é um dos requisitos . Logo, independente do tamanho do ambiente é fundamental que o espaço supra todas as necessidades daqueles que usufruirão do local. Sendo assim, para compor um ambiente ideal, o designer também servirá de outros indispensáveis artifícios, como o projeto de iluminação, o planejamento das cores utilizadas no ambiente, a escolha mais adequada dos móveis, dos acessórios e dos objetos decorativos, tudo de acordo com o estilo e com o orçamento do cliente.

 

Visto em: http://www.suamelhordecoracao.com.br/

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Fotografia – Resolução fotográfica

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A resolução fotográfica é um assunto que muitas vezes pode trazer um pouco de dúvidas, principalmente para os iniciantes.

Estamos acostumados a uma supervalorização da quantidade de resolução das câmeras fotográficas, normalmente os anúncios frisam muito essa característica e os vendedores repetem como se isto fosse realmente a coisa mais importante quando se compra um equipamento fotográfico.

Câmeras com mais megapixels fazem fotos melhores

“O Mito de que Câmeras com mais megapixels fazem fotos melhores – Na verdade, a quantidade de megapixels que o sensor de uma câmera possui influi pouco na qualidade de suas fotos, se comparado a outros fatores. Primeiramente, como um monitor Full HD possui apenas 2 Megapixels, e os novos 4K possuem 8 Megapixels, qualquer câmera com mais resolução do que isso não vai mostrar na tela a diferença que mais megapixels fazem. Se você der um zoom na foto, parte da imagem estará sendo jogada fora, caso em que mais megapixels fazem a diferença, assim como quando a foto será impressa, já que a resolução das impressoras fotográficas é superior à resolução das telas, em maior parte. Agora, se você costuma ver as fotos em seu monitor ou na TV, a diferença entre uma foto de 15 e 5 megapixels é o tamanho, lotando seu HD mais rápido.”

A resolução pode ser identificada através da medição de pixels nas dimensões de altura e largura. Por exemplo, um fabricante de câmeras pode descrever a resolução da câmera, como 3904×2598 pixels (Altura x Largura), que por sua vez pode ser denominado como 3904×2598 = 10.142.592 pixels. Se este número for dividido por 1 milhão, o resultado será de 10.1 megapixels (um megapixel é equivalente a um milhão de pixels). Assim, a resolução da imagem também pode ser descrito como 10.1 megapixels, ou 10,1 MP.

A resolução é muitas vezes mal compreendida quando se trata de fotografia digital, porque cada equipamento mede de forma diferente. No entanto, é essencial para entender como a resolução de cada peça de equipamento opera no fluxo de trabalho de modo que você possa obter a melhor imagem possível para o seu produto final. Obviamente, uma câmera de 12 megapixels é um exagero para as imagens que vão ser enviados para redes sociais ou sites na web. E uma impressora de 300 dpi pode não ser suficiente, se você estiver pensando em fazer impressões de fotos de qualidade de Belas Artes. Além disso, não é uma “aposta segura” obter o máximo de resolução que você pode pagar, porque você pode realmente nunca usá-la e, portanto, seu dinheiro pode ser gasto melhor em outro lugar (como em uma lente melhor, esse sim, item que você nunca deve economizar).

Conheça mais sobre fotografia com nosso Parceiro Foto Dicas Brasil.

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Tipografia Inspirada em Heróis

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o designer gráfico mexicano, David Milan, fez um belíssimo trabalho ao criar artes tipográficas de super-heróis  e vilões usando apenas papel e canetas coloridas. É um belo trabalho que vale a pena conferir.

Veja abaixo alguns desses trabalhos:

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Via http://www.ideiaquente.com/

 

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