Embalagens Criativas #4

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

 

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Princípios gerais da criatividade

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No campo da criatividade não há regras fixas, a não ser o conhecimento profundo do produto, de seus concorrentes, do mercado e do consumidor. Dessa constatação nascem os princípios gerais que a seguir serão analisados.

Prender a atenção

Com exceção das crianças, as pessoas atentam pouco para a propaganda. Por isso é tão importante que o anúncio prenda a atenção desde o primeiro momento.
Em televisão, por exemplo, está demonstrado que um spot consegue atrair a atenção do espectador durante os primeiros cinco segundos, ou nem isso. E o mesmo acontece com os outros meios de divulgação. Se a manchete ou a ilustração de um anúncio nos jornais ou revistas não consegue captar imediatamente a atenção, o leitor virará a página sem ter lido.
É evidente que a força de comunicação de uma ilustração está em sua capacidade de prender a atenção de imediato.

Buscar o destaque

As pessoas estão sobrecarregadas e intoxicadas pela propaganda. Basta ver a televisão, ouvir
o rádio, folhear o jornal ou as revistas, andar pela rua, ir a um cinema, entrar num supermercado, ou abrir as caixas de correio para comprová-lo. Isso significa que é imprescindível buscar o destaque, não só com relação aos produtos competidores, mas também com relação às demais campanhas publicitárias.
E é mais rentável destacar-se fazendo alguma coisa diferente, do que simplesmente investindo
mais. Portanto, é necessário inovar, evidentemente de forma relevante e pertinente para o produto.

 

Pensar no simples

A propaganda não dispõe, geralmente, nem de muito tempo, nem de muito espaço: os anúncios de televisão medem-se em segundos e os da imprensa em centímetros. Por isso a campanha mais efetiva é a que segue a regra de quanto mais simples, melhor.

 

Persuadir com paciência

A propaganda é antes de tudo persuasão. A campanha deve convencer o consumidor das
vantagens físicas ou emocionais do produto. Pode-se mudar a atitude das pessoas, mas nem sempre com sermões de vinte segundos. A persuasão exige tempo, geralmente maior do que aquele empregado para ler 30 ou 40 palavras.

Ser memorável

As pessoas confundem muitas ideias parecidas, e depois não se lembram bem de nenhuma.
A pesquisa prova que, em setores de forte investimento, as pessoas recordam algumas marcas e slogans, mas confundem-os, às vezes, entre si. Isso significa que, muitas vezes, se está fazendo propaganda em benefício de um competidor, ou no melhor dos casos, do setor em vez do produto.
É preciso criar anúncios memoráveis, que possam ser recordados até bastante tempo depois, e que a relação marca-slogan seja inseparável.

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O que é design de interiores?

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O design de interiores é uma inteligente técnica que consiste em planejar, ordenar e decorar da melhor forma cada espaço, sempre prezando quatro pontos essenciais: a estética, o conforto, a funcionalidade e a praticidade. Levando em consideração, é claro, a identidade e a rotina daqueles que frequentarão o ambiente. Logo, cabe ao designer fazer uma releitura do layout de cada ambiente, de modo a produzir um espaço indiscutivelmente fabuloso. Contudo, o profissional de design é limitado em alterar a estrutura física dos ambientes, como construir ou quebrar paredes. O que não é empecilho algum, para obter um resultado espetacular.

 

O que pode e o que não pode:

Embora, como já mencionado, o designer não possua autorização em alterar a parte física da construção, o profissional pode servir-se de outros meios eficazes para criar outros ambientes, num mesmo espaço. Graças ao gesso, ou ainda, com o auxílio da marcenaria, por exemplo, é possível separar, ou ainda, produzir outros ambientes. A disponibilidade de uma diversificada opção de revestimentos, também auxilia nessas modificações. Sendo assim, além da preparação técnica do designer, o profissional ainda possui uma variedade de meios e de produtos capazes de ajudá-lo a cumprir tão bem sua missão.

 

O profissional de design de interiores:

Oferecer uma agradável sensação de bem-estar é um dos requisitos . Logo, independente do tamanho do ambiente é fundamental que o espaço supra todas as necessidades daqueles que usufruirão do local. Sendo assim, para compor um ambiente ideal, o designer também servirá de outros indispensáveis artifícios, como o projeto de iluminação, o planejamento das cores utilizadas no ambiente, a escolha mais adequada dos móveis, dos acessórios e dos objetos decorativos, tudo de acordo com o estilo e com o orçamento do cliente.

 

Visto em: http://www.suamelhordecoracao.com.br/

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Tipografia Inspirada em Heróis

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o designer gráfico mexicano, David Milan, fez um belíssimo trabalho ao criar artes tipográficas de super-heróis  e vilões usando apenas papel e canetas coloridas. É um belo trabalho que vale a pena conferir.

Veja abaixo alguns desses trabalhos:

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Via http://www.ideiaquente.com/

 

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A Incrível arte de Bruno Castro

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Entrevistamos Bruno Castro, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

Primeiro design: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

Bruno: Não sei ao certo quando, mas desde muito pequeno já desenhava bem.
 
PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

Bruno: A coisa ruim de ser artista no Brasil é que muitas pessoas daqui não valorizam o trabalho, e que no começo de carreira é quase impossível de se manter. O bom de ser um artista “ilustrador” é quando seu trabalho começa a ser valorizado, e você ver suas ilustrações em lugares, produtos e etc…

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

Bruno: Eu utilizo os dois meios, quando preciso trabalhar e não estou com a mesa digitalizadora, eu não vejo problema em utilizar um um lápis e papel, mas para finalizar o trabalho sempre é digitalmente, por que passa uma aparência mas limpa para o trabalho. (ilustração)

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

Bruno: Pelo fato de existir muitas pessoas que desenham, e que não valorizam o seu trabalho, cobram preços muito baixo. Isso faz as pessoas desqualificar quem realmente é profissional aqui no Brasil.

PD: Para os jovens ilustradores e Designers que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica? Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande? Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração? Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

Bruno: No começo é normal não ser reconhecido, sempre aparece clientes que prometem divulgação, e isso não é uma boa. Nunca aceite um trabalho em troca de divulgação, por que os clientes costumam sempre vim por indicação de outros clientes satisfeitos. Quando você aceita divulgação o seu trabalho sim é divulgado, mas é divulgado para crianças de 12 e 13 anos, para pessoas que não tem nada haver com ilustração ou publicidade. Lidar com meu primeiro cliente grande deu um estimulo a mais para seguir em frente, a dica é: Pelo fato de ser uma empresa grande costumamos pensar em cobrar valores inimagináveis, e não é para ser assim, devemos cobrar sim um belo valor, mas não tão alto. E o outro problema é achar que agora que fez um trabalho para um cliente grande, você pensa em só cobrar aquele valor, e não é assim, você não pode cobrar o padeiro algo que você cobra a uma multinacional, entende?! Eu não tenho problemas com a alteração, costumo começar o trabalho apenas quando os 50 % forem depositados, então assim envio rascunhos para análise do cliente, ele aprovando eu dou continuidade ao projeto, então ele já fica ciente do que esta sendo feito. Visual é importante sim, e com certeza é mas importante que velocidade. Mais se você conseguir unir visual com velocidade é muito melhor.

 Veja abaixo alguns dos trabalhos de Bruno Castro

Você pode ver mais no site : www.ilustradorbrunocastro.com.br

e no facebook  de  Bruno Castro

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A Incrível arte de Adilson Farias

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Entrevistamos Adilson Farias, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

AF: Como a maioria de quem trabalha com arte, desenho desde criança. Tenho lembranças de tentar fazer algo mais sério com meu irmão mais velho, (hoje também ilustrador) de copiar e tentar desenhar os super heróis das HQs, e fazer nossas próprias histórias. Acho que foi ai que começou meu interesse por arte. Com o tempo, o desenho ficou um pouco de lado, voltei a me interessar especificamente por ilustração aos 20 e poucos anos, por influências de amigos que trabalham na área. De lá pra cá, a arte tem sido constante. Se tornou uma liturgia diária.

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

 AF: Começar pelos baixos… A ilustração, arte num geral, ainda não é valorizada como em outros países em que se pode trabalhar e viver bem da sua arte. A dificuldade de cursos e faculdades voltadas a ilustração também dificultam e retardam o aprendizado.  Alem de cada vez mais estar vendo a profissão em decadência, na questão de valores, muitos preocupados em ter algo publicado, cobrando pouco ou aceitando tabela de preços imposto por clientes, e muitas vezes fazendo de graça.
Se valorizar, buscar saber o preço que esta sendo cobrado no mercado por profissionais que atuam a mais tempo, é o básico pra ter um início digno na profissão e manter o mercado valorizado.

Os altos… Trabalhar com o que gosta, poder fazer alguma diferença na sociedade que vivemos. Apesar de alguns pesares é uma profissão que escolhemos com o coração.

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

AF: Tenho fases. Ultimamente quando estou fazendo algum trabalho pessoal, desenhando pra mim, estou preferindo ir para técnica tradicional, a aquarela. Estou gostando bastante de experimentar e brincar com a técnica. Mas isso muda, ja fui mais de testar e procurar estilos no digital. Não tenho uma técnica preferida. Vai do momento. Tenho a opinião de que desenho bom é desenho bom, não importa a técnica.

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

 AF: O desafio esta em você mesmo. E o reconhecimento vem com a qualidade. Não adianta criar um discurso bonito para tentar vender seu trabalho, se não for bom, não vai pra frente. Desenho tem que se vender por si só. Então, é estudar e  ter um produto que corresponda da melhor forma a necessidade na área de atuação que pretende trabalhar. Ter sua particularidade, seu estilo visual e muito profissionalismo. O reconhecimento acontece pela busca constante por qualidade.

PD: Para os jovens ilustradores e Designer que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

AF: Esse reconhecimento apropriado vem com o tempo. Faz parte da carreira levar muitos nãos. E esses nãos, vem para te lapidar. Sempre encare um não como uma oportunidade de melhorar e conquistar muitos sins no futuro. Em meu primeiro emprego como ilustrador, fui negado duas vezes. Essas duas negações me fizeram correr atrás e melhorar. Na terceira vez consegui o trabalho. Mesmo assim, tive muitos outros nãos. Faz parte.

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

 AF: Primeiro trabalho com um cliente grande senti uma certa pressão, mas foi de minha parte. Com o desenvolver do trabalho vi que era algo tranquilo e que o cliente queria algo espontâneo e sincero. Acabou sendo mais tranquilo, mesmo rolando aquele medo de não estar fazendo certo ou o melhor. Com o tempo, a gente vai pegando o jeito e descobre que o cliente te contrata porque curte o trabalho e ele próprio esta bem resolvido com o material que você vai entregar. Então, a pressão esta mais com o artista visual. O que é bom, pois relaxar demais e se achar demais é perigoso.

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

AF: Alteração de inicio sempre é chato. Eu trabalho bastante com editoras em livros paradidáticos e didáticos. Quando começo um trabalho com uma editora nova é quando vem mais correção. Com a experiência, você vai entendendo melhor o que cada cliente necessita e as correções tendem a diminuir. Algumas correções são bem vindas e é uma oportunidade de fazer melhor.

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

AF: Meu estilo de desenho é voltado para o público infantil. Em cada livro que ilustro, necessito de ambos. A imagem, tem que ser visual e funcional. Ambos são importantes para trabalhar junto ao texto, ajudando a contar cada história.

 

Veja abaixo alguns trabalhos de Adilson:

 

Você pode conhecer mais sobre o ilustrador em http://ailustra.blogspot.com.br/

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Comerciais de Esmalte

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Eles fazem a cabeça das mulheres e os dedos também, os esmaltes hoje em dia se vendem de forma que não so a cor é motivo para compra do produto, quem já usou, por que usou e o qual famosa é a marca, também são fatores que o publico feminino leva em consideração na hora de decorar as unhas.

Veja abaixo alguns exemplos de comerciais deste produto.

 

 

 

 

 

 

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Clássicos da Disney recoloridos com técnicas 3D

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Tyson Murphy é ilustrador e designer de personagens da produtora de jogos Blizzard, e em uma série de trabalhos ele nos mostra como seriam alguns clássicos da Disney se fossem feitos hoje em 3D. Utilizando alguns softwares de manipulação de imagem, como o Photoshop, o artista traz luz, profundidade e dimensão a essas imagens icônicas.

Leia o post completo no Designine http://www.designine.com.br/2014/11/classicos-da-disney-re-coloridos-com.html#ixzz3PCx0K6pd

Fonte original: Designine © 2014

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Marsala: A cor do ano Pantone

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Todos os anos a Pantone elege a “cor do ano”. Isso significa a cor que vai ter mais influência em tendências para desgin, moda e beleza. E a cor de 2015 é completamente diferente da cor eleita em 2014. O lilás quente e vivo que proporcionava descontração, passou a bola para uma cor mais séria e profunda que representa sofisticação.

Marsala foi o nome escolhido para a cor do ano: marrom-avermelhado, muito envolvente e requintado. O nome da cor já rendeu boas piadas em redes sociais, uma vez que ela leva o nome de um vinho italiano e também de um molho da rede Olive Garden, também Itália.

O tom robusto fica ótimo em sofás, tapetes e pelúcias, dando ar aconchegante para os ambientes. Quanto aos cosméticos e principalmente maquiagens, a cor do ano certamente fará parte das coleções de inverno, que sempre trazem cores que misturam tons de vinho com marrom.

Coleções de grifes também já exibiram a Marsala em peças sedutoras e elegantes. A cor do ano já ocupou passarelas e vitrines, trazendo mil e uma possibilidades para usá-la em diversas situações. Já notamos ela em: batons, esmaltes, calças camurça, vestidos, bolsas e lingeries.

Fonte: FastCom

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Fotografia | Processos Fotográficos

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A fotografia não é a obra final de um único criador, ao longo da história, diversas pessoas foram agregando conceitos e processos que deram origem à fotografia como a conhecemos. O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida porLeonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI para esboçar pinturas.

O cientista italiano Angelo Sala, em 1604, percebeu que um composto de prata escurecia ao Sol, supondo que esse efeito fosse produzido pelo calor. Foi então que, Johann Heinrich Schulze fazendo experiências com ácido nítrico, prata e gesso em 1724, determinou que era a prata halógena, convertida em prata metálica, e não o calor, que provocava o escurecimento.

A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado depetróleo fotossensível chamado Betume da Judeia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de “heliografia”, gravura com a luz do Sol. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado “Diorama”. Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade.

Os processos fotográficos são:

Fotografia em preto e branco

A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX.14 Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, como o daguerreótipo – aproximadamente na década de 1823 – até aosfilmes preto e branco atuais, houve muita evolução técnica e diminuição dos custos. Os filmes atuais têm uma grande gama de tonalidade, superior até mesmo aos coloridos, resultando em fotos muito ricas em detalhes. Por isso, as fotos feitas com filmes PB são superiores as fotos coloridas convertidas em PB.

Fotografia colorida

A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha – a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata.

O primeiro filme colorido moderno, o Kodachrome, foi introduzido em 1935 baseado em três emulsões coloridas. A maioria dos filmes coloridos modernos, exceto o Kodachrome, são baseados na tecnologia desenvolvida pela Agfa-color em 1936. O filme colorido instantâneo foi introduzido pela Polaroid em 1963.

A fotografia colorida pode formar imagens como uma transparência positiva, planejada para uso em projetor de slides(diapositivos) ou em negativos coloridos, planejado para uso de ampliações coloridas positivas em papel de revestimento especial. O último é atualmente a forma mais comum de filme fotográfico colorido (não digital), devido à introdução do equipamento de foto impressão automático.

Fotografia digital

Fotografia digital é uma imagem digital obtida por meio de uma câmera digital. Sendo um arquivo digital, pode, utilizando um computador, ser editada, impressa, enviada por e-mail ou armazenada em qualquer dispositivo de armazenamento digital.

A fotografia tradicional era um fardo considerável para os fotógrafos que trabalhavam em localidades distantes – como correspondentes de órgãos de imprensa – sem acesso às instalações de produção. Com o aumento da competição com a televisão, houve um aumento na urgência para se transferir imagens aos jornais mais rapidamente.

Fotógrafos em localidades remotas carregariam um mini laboratório fotográfico com eles, e alguns meios de transmitir suas imagens pela linha telefônica. Em 1990, a Kodak lançou o DCS 100, a primeira câmera digital comercialmente disponível. Seu custo impediu o uso em fotojornalismo e em aplicações profissionais, mas a fotografia digital surgiu neste momento.

Em 10 anos, as câmeras digitais se tornaram produtos de consumo, e estão, de modo irreversível, substituindo gradualmente suas equivalentes tradicionais em muitas aplicações, pois o preço dos componentes eletrônicos cai e a qualidade da imagem melhora.

A Kodak anunciou em janeiro de 2004 o fim da produção da câmeras reutilizáveis de 35 milímetros após o término daquele ano. Entretanto, a fotografia “líquida” irá perdurar, pois os amadores dedicados e artistas qualificados preservam o uso de materiais e técnicas tradicionais.

Fotografia panorâmica

A fotografia panorâmica, assim como a palavra panorama, refere-se a uma vista inteira de uma área circunvizinha. As fotografias panorâmicas tentam capturar tal vista.

A máquina fotográfica 360° é uma câmera fotográfica capaz de fazer uma única fotografia panorâmica completa (abrangendo toda a volta) a partir de um determinado ponto.

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