Princípios gerais da criatividade

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No campo da criatividade não há regras fixas, a não ser o conhecimento profundo do produto, de seus concorrentes, do mercado e do consumidor. Dessa constatação nascem os princípios gerais que a seguir serão analisados.

Prender a atenção

Com exceção das crianças, as pessoas atentam pouco para a propaganda. Por isso é tão importante que o anúncio prenda a atenção desde o primeiro momento.
Em televisão, por exemplo, está demonstrado que um spot consegue atrair a atenção do espectador durante os primeiros cinco segundos, ou nem isso. E o mesmo acontece com os outros meios de divulgação. Se a manchete ou a ilustração de um anúncio nos jornais ou revistas não consegue captar imediatamente a atenção, o leitor virará a página sem ter lido.
É evidente que a força de comunicação de uma ilustração está em sua capacidade de prender a atenção de imediato.

Buscar o destaque

As pessoas estão sobrecarregadas e intoxicadas pela propaganda. Basta ver a televisão, ouvir
o rádio, folhear o jornal ou as revistas, andar pela rua, ir a um cinema, entrar num supermercado, ou abrir as caixas de correio para comprová-lo. Isso significa que é imprescindível buscar o destaque, não só com relação aos produtos competidores, mas também com relação às demais campanhas publicitárias.
E é mais rentável destacar-se fazendo alguma coisa diferente, do que simplesmente investindo
mais. Portanto, é necessário inovar, evidentemente de forma relevante e pertinente para o produto.

 

Pensar no simples

A propaganda não dispõe, geralmente, nem de muito tempo, nem de muito espaço: os anúncios de televisão medem-se em segundos e os da imprensa em centímetros. Por isso a campanha mais efetiva é a que segue a regra de quanto mais simples, melhor.

 

Persuadir com paciência

A propaganda é antes de tudo persuasão. A campanha deve convencer o consumidor das
vantagens físicas ou emocionais do produto. Pode-se mudar a atitude das pessoas, mas nem sempre com sermões de vinte segundos. A persuasão exige tempo, geralmente maior do que aquele empregado para ler 30 ou 40 palavras.

Ser memorável

As pessoas confundem muitas ideias parecidas, e depois não se lembram bem de nenhuma.
A pesquisa prova que, em setores de forte investimento, as pessoas recordam algumas marcas e slogans, mas confundem-os, às vezes, entre si. Isso significa que, muitas vezes, se está fazendo propaganda em benefício de um competidor, ou no melhor dos casos, do setor em vez do produto.
É preciso criar anúncios memoráveis, que possam ser recordados até bastante tempo depois, e que a relação marca-slogan seja inseparável.

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Design de Videografismo

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O Design de Videografismo vem ser aquele que usa as ferramentas do design gráfico so que para projetos voltados principalmente  para tv  e cinema. São alguns desses projetos : criação de vinhetas, criação de efeitos diversos para vídeo desde títulos a efeitos especiais.

No Brasil está crescendo cada vez mais o mercado de edição e criação de vídeo de modo que o mercado se  encontra bem aberto e oferece uma enorme variedade de trabalhos para os designers que tem conhecimento nessa área.

O profissional que trabalha nessa área é chamado de Motion Designer, Designer de animação e outros, sendo o mais comum Motion Designer.
É muito importante para um Motion Designer saber aplicar as ferramentas do Design Gráfico em seus projetos, toda a parte de análise de briefing, criação, e amadurecimento de projeto segue basicamente os mesmos passos da criação estática, é quando essa parte está finalizada que vem a hora de se adicionar movimento.
Como é de costume nos dias de hoje, a tecnologia ajuda aos Designers a expor sua criatividade, é de costume também que tal tecnologia exige de um computador um certo gasto em relação a placas de vídeo, memoria e etc.
Os softwares mais utilizados para desenvolvimento de projetos desse tipo são o After Effects, o Final Cut, o Flash e o Adobe Premiere.
Para os jovens Designers que pretendem seguir nessa carreira existem muitas formações voltadas exclusivamente para esse tipo de mercado.

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A incrível arte de Manohead

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MH

 

Natural de Garopaba – SC, Fabrício R.Garcia, o Manohead como é conhecido, iniciou a desenhar na infância, onde teve seu irmão mais velho como referência.

Sua linha de trabalho passa por diversas técnicas, desde as mais tradicionais como a xilogravura até as mais modernas como a pintura digital. A essência do trabalho de manohead, vem do seu olhar acurado e expressivo, o que o faz um artista diferenciado.

Com técnicas apuradas, o Manohead já faturou inúmeros prêmios e participações em salões de humor no Brasil e no mundo. É o caricaturista mais premiado de Santa Catarina, com mais de 30 prêmios no currículo.

Tivemos a oportunidade de conversar um pouco com o artista, veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte?

MH: Tenho contato com arte deste a infância, lembro que aos 6 anos de idade eu já desenhava dinossauros e nunca mais parei de rabiscar desde então. Interesse é algo passageiro, necessidade é algo constante, me vejo nesta constante necessária de fazer, ver e sentir arte no dia dia.

 

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

MH: São poucos os brasileiros acostumados a “consumir” arte. não somos educados para este fim. Desde a iniciação escolar, temos uma mentalidade fechada para as exatas e linguas, deixando de lado matérias de extrema importância para o desenvolvimento cognitivo como arte e filosofia, não a toa as pessoas acabam por desvalorizar ambos. Qualquer artista em iniciação acaba sofrendo e muitas vezes desistindo no meio do caminho por falta de recursos. Vivemos em um pais com altas taxas de impostos e a falta de fluxo de venda de trabalhos acabam por ceifar o empenho de qualquer um.

 

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

MH: Gosto de trabalhar com vários meios, desenho, óleo, acrílico, xilogravura, calcogravura, digital enfim, vários… O medium e o suporte são apenas uma ponte entre o pensamento criativo e a obra finalizada. Quanto maior a variedade de “técnicas” e materiais o artista dominar, maior será seu leque de possibilidades diante sua criatividade.

 

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

MH: O maior desafio está na falta de busca da própria pessoa. Vivemos em um momento “fast food” onde tudo vem muito rápido. Para quem está iniciando é normal ver que etapas são puladas com a maior normalidade, mais pra frente, essas etapas acabam por fazer falta. Existe um despreparo generalizado, a maioria dos que sonham em entrar no mercado não se preparam adequadamente, querem “aprender “muito rapidamente sem realmente se esforçar por aquilo.

 

PD: Para os jovens ilustradores e Designers que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

MH: Um NÃO sincero é o melhor remédio para você voltar e receber um SIM convincente. Recomendo a todos que lutem e se dediquem para aprender. Nada vem de graça, só quem se dedica consegue seu espaço com o tempo. Não é algo que vem de uma semana para outra. Contatos de maneira geral levam tempo para serem feitos, pois isso é como uma rede interligada, você acaba fazendo um trabalho bem feito para alguém que acaba por indicar você para outro editor.

 

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

MH: Foi algo normal, fiquei muito feliz por ser contactado. Se eles me procuraram foi porque gostaram do meu trabalho em meu portfólio virtual. Autoconfiança é fundamental para desenvolver trabalhos editoriais. Não devemos desvalorizar nosso potencial, devemos ser nosso maior fã sempre!

 

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

MH: Normalmente é enviado um esboço preliminar para o cliente avaliar, estando tudo certo é iniciado o processo de finalização. Caso tenha alterações a serem feitas, refaço e envio novamente o esboço para uma nova avaliação.

 

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

MH: Digamos que para um visual ter resultado ele precisa ser funcional. Um trabalho visual bem feito é funcional, se o objetivo é atingir objetivos uma mescla de ambos é o essencial.

 

Veja abaixo um pouco do trabalho do grande Manohead.

Para entrar em contato com ele e ver mais de seu trabalho visite www.manohead.com/

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Belas artes all-type para se inspirar

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É sempre muito bacana quando a gente tem vários tipos de exemplos de bons trabalhos, isso também vale para peças feitas tendo como base tipografias, são elas chamadas all-type.

Uma peça all-type utiliza apenas da parte textual, preenchendo todo o campo visual utilizando palavras e efeitos nessas palavras, esses efeitos podem ser sutis como mudanças de cor e tamanho ou mais elaborados como mudar toda a estrutura do tipo e adicionar texturas e formas complexas. Embora pareça ser algo simples, a criação de um anuncio dessa forma pede um esforço muito grande por parte do redator, já que a importância está totalmente no texto e vai caber ao diretor de arte ou designer ou arte finalista, formatar a ideia de forma que não perca o sentido total do texto.

veja alguns destes  excelentes exemplos de peças para se inspirar:

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A Incrível arte de Adilson Farias

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Entrevistamos Adilson Farias, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

AF: Como a maioria de quem trabalha com arte, desenho desde criança. Tenho lembranças de tentar fazer algo mais sério com meu irmão mais velho, (hoje também ilustrador) de copiar e tentar desenhar os super heróis das HQs, e fazer nossas próprias histórias. Acho que foi ai que começou meu interesse por arte. Com o tempo, o desenho ficou um pouco de lado, voltei a me interessar especificamente por ilustração aos 20 e poucos anos, por influências de amigos que trabalham na área. De lá pra cá, a arte tem sido constante. Se tornou uma liturgia diária.

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

 AF: Começar pelos baixos… A ilustração, arte num geral, ainda não é valorizada como em outros países em que se pode trabalhar e viver bem da sua arte. A dificuldade de cursos e faculdades voltadas a ilustração também dificultam e retardam o aprendizado.  Alem de cada vez mais estar vendo a profissão em decadência, na questão de valores, muitos preocupados em ter algo publicado, cobrando pouco ou aceitando tabela de preços imposto por clientes, e muitas vezes fazendo de graça.
Se valorizar, buscar saber o preço que esta sendo cobrado no mercado por profissionais que atuam a mais tempo, é o básico pra ter um início digno na profissão e manter o mercado valorizado.

Os altos… Trabalhar com o que gosta, poder fazer alguma diferença na sociedade que vivemos. Apesar de alguns pesares é uma profissão que escolhemos com o coração.

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

AF: Tenho fases. Ultimamente quando estou fazendo algum trabalho pessoal, desenhando pra mim, estou preferindo ir para técnica tradicional, a aquarela. Estou gostando bastante de experimentar e brincar com a técnica. Mas isso muda, ja fui mais de testar e procurar estilos no digital. Não tenho uma técnica preferida. Vai do momento. Tenho a opinião de que desenho bom é desenho bom, não importa a técnica.

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

 AF: O desafio esta em você mesmo. E o reconhecimento vem com a qualidade. Não adianta criar um discurso bonito para tentar vender seu trabalho, se não for bom, não vai pra frente. Desenho tem que se vender por si só. Então, é estudar e  ter um produto que corresponda da melhor forma a necessidade na área de atuação que pretende trabalhar. Ter sua particularidade, seu estilo visual e muito profissionalismo. O reconhecimento acontece pela busca constante por qualidade.

PD: Para os jovens ilustradores e Designer que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

AF: Esse reconhecimento apropriado vem com o tempo. Faz parte da carreira levar muitos nãos. E esses nãos, vem para te lapidar. Sempre encare um não como uma oportunidade de melhorar e conquistar muitos sins no futuro. Em meu primeiro emprego como ilustrador, fui negado duas vezes. Essas duas negações me fizeram correr atrás e melhorar. Na terceira vez consegui o trabalho. Mesmo assim, tive muitos outros nãos. Faz parte.

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

 AF: Primeiro trabalho com um cliente grande senti uma certa pressão, mas foi de minha parte. Com o desenvolver do trabalho vi que era algo tranquilo e que o cliente queria algo espontâneo e sincero. Acabou sendo mais tranquilo, mesmo rolando aquele medo de não estar fazendo certo ou o melhor. Com o tempo, a gente vai pegando o jeito e descobre que o cliente te contrata porque curte o trabalho e ele próprio esta bem resolvido com o material que você vai entregar. Então, a pressão esta mais com o artista visual. O que é bom, pois relaxar demais e se achar demais é perigoso.

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

AF: Alteração de inicio sempre é chato. Eu trabalho bastante com editoras em livros paradidáticos e didáticos. Quando começo um trabalho com uma editora nova é quando vem mais correção. Com a experiência, você vai entendendo melhor o que cada cliente necessita e as correções tendem a diminuir. Algumas correções são bem vindas e é uma oportunidade de fazer melhor.

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

AF: Meu estilo de desenho é voltado para o público infantil. Em cada livro que ilustro, necessito de ambos. A imagem, tem que ser visual e funcional. Ambos são importantes para trabalhar junto ao texto, ajudando a contar cada história.

 

Veja abaixo alguns trabalhos de Adilson:

 

Você pode conhecer mais sobre o ilustrador em http://ailustra.blogspot.com.br/

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Dicas para não ter problema com a gráfica

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Na hora de criar é tudo lindo, o problema é quando você fecha o arquivo errado e a gráfica manda aquele email pedindo para que você arrume a arte e você fica sem saber o que fazer.

Estas dicas tem como objetivo orientar o Designer ao enviar o arquivo para a gráfica, seja ele livro, revista, folder, cartão ou qualquer peça gráfica para impressão em offset ou digital.

1. Especificaço es do pedido
São informações da peça como: formato aberto, formato fechado, quantidade de cores (4×4, 1×1, 4×0, 1×0, 2×1, etc), se a impressão é frente e verso ou não, quantidade de dobras, se há aplicação de verniz, relevo, hot stamp, se tem capa dura, se a capa tem orelha, se o acabamento será feito com cola, grampo, wire-o, espiral etc.
Essas informações devem ser detalhadas que o processo seja concluído sem erros.

 

2. Cores
Devemos SEMPRE trabalhar com o espaço de cor CMYK e quando houver alguma Cor Especial utilizar Spot Color como por exemplo o Pantone®.

 

3. Sangria
Sangria é uma área de segurança que pode variar de 3mm a 5mm além da área de corte.
Sua finalidade é evitar que uma peça gráfica fique com filetes brancos ao efetuar o corte final.
Nem todos os produtos precisam de sangria, como por exemplo um folder que contenha uma borda branca ou que não haja impressão nos limites do corte, caso contrário, a sangria deve ser considerada no fechamento do arquivo.
Exemplo: Um anúncio com o formato final de 21cm x 30cm, quando acrescentada a sangria, fica com 22cm x 31cm, (sangria de 0,5cm de cada lado). É claro que, além da sangria, você deve fornecer o arquivo fechado já com as marcas de corte no formato final (21×30) e informações do arquivo.

 

4. Fechando um arquivo

O termo “fechar” refere-se a preparar um arquivo para impressão.

O arquivo vai ser manipulado em outro computador, sendo assim, podem ocorrer imprevistos, como: problema de fontes, movimento acidental de elementos do arquivo, problemas de cor…

A maneira mais confiável é salvar um PDF (Portable Document Format) usando as predefinições PDF/X-1a com marcas de corte e informações do arquivo.
As fontes devem estar incorporadas no arquivo pdf, caso não tenha permissão para incorporá-la (font not embedded) deve-se transformá-las em curvas antes do fechamento.

 

Posicionamento textos/imagens
Textos e imagens espelhados que ultrapassem a marca central entre páginas duplas) – Nos livros com lombada quadrada (aqueles que terão acabamento com cola e ou costura), evite utilizar textos e imagens ao longo de duas páginas.

Toda área de grafismo não sangrada deverá respeitar uma distância mínima de 3mm das laterais, pé e cabeça da página, livros, revistas e periódicos geralmente utilizam 10mm. Se essa regra não for obedecida, os textos que estiverem além dessas margens de segurança podem ser cortados no processo de acabamento da publicação.

Deve-se evitar textos que ultrapassem a marca central entre páginas duplas (páginas espelhadas). Caso não seja possível, é recomendável que o texto seja no mínimo corpo 12 – para fontes não serifadas – e corpo 14 – com fonte serifada. É importante ressaltar que não há como garantir boa leitura para palavras entre as páginas.

 
Para impressos com acabamento em lombada quadrada:

TEXTOS: Além do já exposto acima, é necessário acrescentar, além do espaçamento normal entre as palavras / letras, mais 3 mm de abertura para cada página, ou seja, um total de 6mm.

IMAGENS: Se a imagem for sangrada, é necessário prever margem de segurança (sangria) de no mínimo 5mm e no máximo 8mm, além da linha de corte.

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Clássicos da Disney recoloridos com técnicas 3D

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Tyson Murphy é ilustrador e designer de personagens da produtora de jogos Blizzard, e em uma série de trabalhos ele nos mostra como seriam alguns clássicos da Disney se fossem feitos hoje em 3D. Utilizando alguns softwares de manipulação de imagem, como o Photoshop, o artista traz luz, profundidade e dimensão a essas imagens icônicas.

Leia o post completo no Designine http://www.designine.com.br/2014/11/classicos-da-disney-re-coloridos-com.html#ixzz3PCx0K6pd

Fonte original: Designine © 2014

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Concept Art – Homem de Ferro 3

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Concept art é a forma de ilustração na qual o objetivo principal é transportar uma representação visual de um design, ideia, e/ou modo para uso em filmes, video games, ou revistas/livros antes do produto final. Essa é uma designação relativamente nova, popularizada por artistas que trabalham no setor automobilístico e na indústria de jogos. Esse termo começou a ser usado desde 1930 pela indústria tradicional de animação na qual estavam sendo descritas imagens pintadas ou desenhadas que ilustravam a aparência, sentimento, design, cores, etc, do filme animado que estava sendo produzido. Concept art é também referida como “desenvolvimento visual”, na animação tradicional. O termo foi mais tarde adotado pela indústria de games. Essas ilustrações tornaram-se necessárias para o desenvolvimento de propriedades visuais.

Segue abaixo a arte que foi feita para a criação das armaduras e dos testes de cenas do filme Homem de Ferro 3.

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GRID? PRA QUE SERVE ISSO?

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Sabemos que a arte da diagramação é, no geral, quase matemática. Não se diagrama uma página dispondo os elementos de forma aleatória. Em uma estante, as prateleiras ajudam a separar os livros, para que eles não pareçam amontoados e tenham um mínimo de harmonia visual. Do mesmo modo, se é preciso organizar as informações e as imagens em um determinado espaço é necessário ter parâmetros e referências para essa organização.

Na editoração eletrônica, ou diagramação, quando vamos organizar os elementos em uma ou várias páginas, utilizamos o grid, a “prateleira” do nosso trabalho. Ele é dividido em linhas e colunas que irão servir de referência para a utilização do espaço de forma a facilitar o trabalho de diagramação e possibilitar combinações e composições de elementos, deixando cada página organizada e mantendo a unidade visual do projeto gráfico.

Primeiro: O grid não é um monstro. Segundo: ele é seu amigo! Você sabia que definir um grid te ajuda a não cair nas garras da página em branco? Agora que vocês já foram apresentados é preciso te ensinar mais uma coisa. O grid não é seu chefe. Ele é seu assistente. Ele vai estar lá quando você tiver dúvidas sobre onde colocar uma imagem, sobre como distribuir os blocos de texto. Ele é flexível! Ele não diz: “olha, amigo diagramador, você só pode colocar imagens nesse espaço aqui, viu?”, ele apenas te sugere: “é melhor você não colar esse texto naquele, porque vai ficar ilegível. As pessoas precisam de áreas de descanso, porque os olhos entendem muita informação colada como se fosse um monte de lixo.”.

 

Ou seja, o grid vai te mostrar as milhares de possibilidades e combinações possíveis de composição de uma página sem que o seu livro, revista, folder ou outro produto pareça um Frankenstein. É como os filhos de uma mesma família: Você reconhece que eles são irmãos, que têm o mesmo material genético, mas cada página pode ter a sua personalidade, o seu caráter, a sua roupa e seus atributos físicos.

 

Devemos entender o grid, portanto, não como limitação, mas como um guia. Um prédio pode ter vários andares, mas a cobertura é sempre diferenciada, os andares inferiores podem ter varandas… Ainda assim, cada morador mobilia e decora seu apartamento de acordo com o seu bom (ou mau) gosto. Se o grid te oferece a estrutura de uma organização funcional é a sua criatividade o que vai tornar cada bloco de informações interessante e atrativo.

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A relação entre Semiótica e Design

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A metodologia projetual em design compreende os métodos, técnicas e processos para o desenvolvimento de um projeto. Bomfim (1995) afirma que métodos e técnicas podem auxiliar o desenvolvimento de projetos, tornando mais claras e organizadas as tarefas. Porém, a sua utilização não é garantia de sucesso. O sucesso no resultado de um projeto é conseqüência da criatividade e do conhecimento técnico de quem o desenvolve.

Segundo Bomfim (1995), os métodos em design apresentam três grandes fases:

Fase 1: Analítica O problema é definido. Os requisitos do projeto são traçados. Pesquisas são realizadas, como o levantamento de informações sobre projetos concorrentes ou similares, perfil do usuário, materiais e tecnologia, etc. Os dados levantados são analisados e o conceito do projeto é gerado;

Fase 2: Criativa Gerações de alternativas de projeto são desenvolvidas, selecionadas as melhores e depuradas até a seleção final da alternativa mais adequada à solução do projeto;

Fase 3: Executiva O detalhamento do projeto é feito para a execução do produto. Acompanhamento da produção.

 

Em cada uma destas fase apresentam-se ainda etapas e técnicas que podem variar de autor para autor, mas de maneira geral, estas três fases são recorrentes em diversos autores da área, como Frascara, Bürdek, Munari. Os modelos de análise da semiótica podem ser utilizados em dois momentos do processo projetual: para a análise das informações levantadas na fase 1; e na fase 2 em sua etapa final, para a testagem do resultado visual e semântico do projeto. Mas afinal, o que são os modelos semióticos, e qual sua relação com o design? a palavra semiótica designa “todo o campo de estudo abarcado tanto pela semiologia como pela semiótica”. Semiologia seria a o termo europeu que traz toda a tradição dos seguidores do suíço Ferdinand de Saussurre, e a semiótica, para a tradição norte-americana dos seguidores de Charles Saunders Peirce. Portanto, a semiótica, reunindo todas as suas vertentes teóricas, pode ser considerada a ciência da significação, aquela que estuda todas as linguagens, e ainda conforme a Prof. Oliveira (2005), “capaz de possibilitar o estudo do conjunto dos processos de produção de sentidos”.

Um modelo semiótico

Ao se desenvolver um projeto em design, deve-se selecionar o modelo que mais se adeque à necessidade do projeto. Tomemos como exemplo o desenvolvimento de uma marca e seu logotipo. Marcas criam experiências com seus clientes. As organizações desejam demonstrar ao mercado sua filosofia, sua maneira de ver o mundo, sua missão, suas competências, seus valores e, isso se dá por meio de suas ações de comunicação com o mercado e, particularmente, por sua marca (logotipo e/ou símbolo gráfico). A criação de uma marca é de responsabilidade do designer gráfico, profissional habilitado para desenvolvê-la. Uma forma de se criar a relação de identidade desta marca com seu público, é desenvolvendo uma narrativa, uma história que criará uma experiência, uma possível aproximação e identificação entre marca e cliente.

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