PAINEL RGB QUE ALTERA O TEXTO CONFORME A LUZ

by primeiro design

ikea1

Um painel com uma única impressão, mas que muda a informação conforme a luz. Na verdade as informações já estão ali em cores diferentes, e ao alterar a cor da luz, a mensagem muda. O melhor é ver para entender melhor. Sensacional. A criação fica por conta da agência Thjnk e o estúdio I Made This para a IKEA.

visto no S/Casca

 

Republished by Blog Post Promoter

Arte conceitual de Bane| Batman Arkhan Origins

by primeiro design

Com o novo game do batman ai para os consoles, os jogadores ficaram de boca aberta com os gráficos e o visual tanto do homem morcego quanto dos vilões e personagens secundários do game. uma das coisas que chamou muita atenção foi o visual do vilão Bane

da uma olhada nas artes conceituais de Bane e sua gangue:

 

 

Fonte: Jocelyn Zeller

Republished by Blog Post Promoter

A Incrível Arte de Alex Ross

by primeiro design

0000000034

Alex Ross (nascido em 22 de janeiro de 1970) é um pintor de histórias em quadrinhos norte-americano, aclamado pelo realismo fotográfico de seu trabalho. Ross é, de longe, o mais proeminente pintor dos quadrinhos e é conhecido por sua paixão pelos visuais antigos de personagens clássicos e pelo lado místico dos super-heróis.

Nos últimos dez anos a maioria de seu trabalho foi direcionado para as duas grandes editoras do gênero, aMarvel Comics e a DC Comics. Ele também é co-criador da série Astro City, que explora o mito de super-heróis.

Entre os trabalhos de Ross destacam-se Kingdom Come (Reino do Amanhã) (DC, 1996), sobre um futuro violento onde os humanos não conseguem mais conviver com os supra-humanos e Marvels (ed.Marvel, 1994), minissérie em quatro partes, sobre o ponto de vista de pessoas comuns em um mundo recém apresentado aos super-heróis. No final dos anos 90 e começo dos anos 2000, Ross lançou em parceria com Paul Dini histórias em formato tablóide comemorando o aniversário de 60 anos dos ícones Superman, Batman, Mulher-Maravilha e Capitão Marvel.

 

Veja abaixo alguns dos trabalhos de Ross:

 

Veja mais em http://www.alexrossart.com/

Republished by Blog Post Promoter

A incrível arte de Manohead

by primeiro design

MH

 

Natural de Garopaba – SC, Fabrício R.Garcia, o Manohead como é conhecido, iniciou a desenhar na infância, onde teve seu irmão mais velho como referência.

Sua linha de trabalho passa por diversas técnicas, desde as mais tradicionais como a xilogravura até as mais modernas como a pintura digital. A essência do trabalho de manohead, vem do seu olhar acurado e expressivo, o que o faz um artista diferenciado.

Com técnicas apuradas, o Manohead já faturou inúmeros prêmios e participações em salões de humor no Brasil e no mundo. É o caricaturista mais premiado de Santa Catarina, com mais de 30 prêmios no currículo.

Tivemos a oportunidade de conversar um pouco com o artista, veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte?

MH: Tenho contato com arte deste a infância, lembro que aos 6 anos de idade eu já desenhava dinossauros e nunca mais parei de rabiscar desde então. Interesse é algo passageiro, necessidade é algo constante, me vejo nesta constante necessária de fazer, ver e sentir arte no dia dia.

 

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

MH: São poucos os brasileiros acostumados a “consumir” arte. não somos educados para este fim. Desde a iniciação escolar, temos uma mentalidade fechada para as exatas e linguas, deixando de lado matérias de extrema importância para o desenvolvimento cognitivo como arte e filosofia, não a toa as pessoas acabam por desvalorizar ambos. Qualquer artista em iniciação acaba sofrendo e muitas vezes desistindo no meio do caminho por falta de recursos. Vivemos em um pais com altas taxas de impostos e a falta de fluxo de venda de trabalhos acabam por ceifar o empenho de qualquer um.

 

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

MH: Gosto de trabalhar com vários meios, desenho, óleo, acrílico, xilogravura, calcogravura, digital enfim, vários… O medium e o suporte são apenas uma ponte entre o pensamento criativo e a obra finalizada. Quanto maior a variedade de “técnicas” e materiais o artista dominar, maior será seu leque de possibilidades diante sua criatividade.

 

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

MH: O maior desafio está na falta de busca da própria pessoa. Vivemos em um momento “fast food” onde tudo vem muito rápido. Para quem está iniciando é normal ver que etapas são puladas com a maior normalidade, mais pra frente, essas etapas acabam por fazer falta. Existe um despreparo generalizado, a maioria dos que sonham em entrar no mercado não se preparam adequadamente, querem “aprender “muito rapidamente sem realmente se esforçar por aquilo.

 

PD: Para os jovens ilustradores e Designers que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

MH: Um NÃO sincero é o melhor remédio para você voltar e receber um SIM convincente. Recomendo a todos que lutem e se dediquem para aprender. Nada vem de graça, só quem se dedica consegue seu espaço com o tempo. Não é algo que vem de uma semana para outra. Contatos de maneira geral levam tempo para serem feitos, pois isso é como uma rede interligada, você acaba fazendo um trabalho bem feito para alguém que acaba por indicar você para outro editor.

 

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

MH: Foi algo normal, fiquei muito feliz por ser contactado. Se eles me procuraram foi porque gostaram do meu trabalho em meu portfólio virtual. Autoconfiança é fundamental para desenvolver trabalhos editoriais. Não devemos desvalorizar nosso potencial, devemos ser nosso maior fã sempre!

 

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

MH: Normalmente é enviado um esboço preliminar para o cliente avaliar, estando tudo certo é iniciado o processo de finalização. Caso tenha alterações a serem feitas, refaço e envio novamente o esboço para uma nova avaliação.

 

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

MH: Digamos que para um visual ter resultado ele precisa ser funcional. Um trabalho visual bem feito é funcional, se o objetivo é atingir objetivos uma mescla de ambos é o essencial.

 

Veja abaixo um pouco do trabalho do grande Manohead.

Para entrar em contato com ele e ver mais de seu trabalho visite www.manohead.com/

Republished by Blog Post Promoter

A Incrível arte de Bruno Castro

by primeiro design

0000000034

Entrevistamos Bruno Castro, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

Primeiro design: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

Bruno: Não sei ao certo quando, mas desde muito pequeno já desenhava bem.
 
PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

Bruno: A coisa ruim de ser artista no Brasil é que muitas pessoas daqui não valorizam o trabalho, e que no começo de carreira é quase impossível de se manter. O bom de ser um artista “ilustrador” é quando seu trabalho começa a ser valorizado, e você ver suas ilustrações em lugares, produtos e etc…

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

Bruno: Eu utilizo os dois meios, quando preciso trabalhar e não estou com a mesa digitalizadora, eu não vejo problema em utilizar um um lápis e papel, mas para finalizar o trabalho sempre é digitalmente, por que passa uma aparência mas limpa para o trabalho. (ilustração)

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

Bruno: Pelo fato de existir muitas pessoas que desenham, e que não valorizam o seu trabalho, cobram preços muito baixo. Isso faz as pessoas desqualificar quem realmente é profissional aqui no Brasil.

PD: Para os jovens ilustradores e Designers que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica? Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande? Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração? Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

Bruno: No começo é normal não ser reconhecido, sempre aparece clientes que prometem divulgação, e isso não é uma boa. Nunca aceite um trabalho em troca de divulgação, por que os clientes costumam sempre vim por indicação de outros clientes satisfeitos. Quando você aceita divulgação o seu trabalho sim é divulgado, mas é divulgado para crianças de 12 e 13 anos, para pessoas que não tem nada haver com ilustração ou publicidade. Lidar com meu primeiro cliente grande deu um estimulo a mais para seguir em frente, a dica é: Pelo fato de ser uma empresa grande costumamos pensar em cobrar valores inimagináveis, e não é para ser assim, devemos cobrar sim um belo valor, mas não tão alto. E o outro problema é achar que agora que fez um trabalho para um cliente grande, você pensa em só cobrar aquele valor, e não é assim, você não pode cobrar o padeiro algo que você cobra a uma multinacional, entende?! Eu não tenho problemas com a alteração, costumo começar o trabalho apenas quando os 50 % forem depositados, então assim envio rascunhos para análise do cliente, ele aprovando eu dou continuidade ao projeto, então ele já fica ciente do que esta sendo feito. Visual é importante sim, e com certeza é mas importante que velocidade. Mais se você conseguir unir visual com velocidade é muito melhor.

 Veja abaixo alguns dos trabalhos de Bruno Castro

Você pode ver mais no site : www.ilustradorbrunocastro.com.br

e no facebook  de  Bruno Castro

Republished by Blog Post Promoter

A Arte de Meu Malvado Favorito

by primeiro design

00000000344

Confira abaixo o incrível trabalho feito nas concept arts do filme meu malvado favorito:

Republished by Blog Post Promoter

A Incrível arte de Adilson Farias

by primeiro design

00000000341

Entrevistamos Adilson Farias, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

AF: Como a maioria de quem trabalha com arte, desenho desde criança. Tenho lembranças de tentar fazer algo mais sério com meu irmão mais velho, (hoje também ilustrador) de copiar e tentar desenhar os super heróis das HQs, e fazer nossas próprias histórias. Acho que foi ai que começou meu interesse por arte. Com o tempo, o desenho ficou um pouco de lado, voltei a me interessar especificamente por ilustração aos 20 e poucos anos, por influências de amigos que trabalham na área. De lá pra cá, a arte tem sido constante. Se tornou uma liturgia diária.

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

 AF: Começar pelos baixos… A ilustração, arte num geral, ainda não é valorizada como em outros países em que se pode trabalhar e viver bem da sua arte. A dificuldade de cursos e faculdades voltadas a ilustração também dificultam e retardam o aprendizado.  Alem de cada vez mais estar vendo a profissão em decadência, na questão de valores, muitos preocupados em ter algo publicado, cobrando pouco ou aceitando tabela de preços imposto por clientes, e muitas vezes fazendo de graça.
Se valorizar, buscar saber o preço que esta sendo cobrado no mercado por profissionais que atuam a mais tempo, é o básico pra ter um início digno na profissão e manter o mercado valorizado.

Os altos… Trabalhar com o que gosta, poder fazer alguma diferença na sociedade que vivemos. Apesar de alguns pesares é uma profissão que escolhemos com o coração.

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

AF: Tenho fases. Ultimamente quando estou fazendo algum trabalho pessoal, desenhando pra mim, estou preferindo ir para técnica tradicional, a aquarela. Estou gostando bastante de experimentar e brincar com a técnica. Mas isso muda, ja fui mais de testar e procurar estilos no digital. Não tenho uma técnica preferida. Vai do momento. Tenho a opinião de que desenho bom é desenho bom, não importa a técnica.

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

 AF: O desafio esta em você mesmo. E o reconhecimento vem com a qualidade. Não adianta criar um discurso bonito para tentar vender seu trabalho, se não for bom, não vai pra frente. Desenho tem que se vender por si só. Então, é estudar e  ter um produto que corresponda da melhor forma a necessidade na área de atuação que pretende trabalhar. Ter sua particularidade, seu estilo visual e muito profissionalismo. O reconhecimento acontece pela busca constante por qualidade.

PD: Para os jovens ilustradores e Designer que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

AF: Esse reconhecimento apropriado vem com o tempo. Faz parte da carreira levar muitos nãos. E esses nãos, vem para te lapidar. Sempre encare um não como uma oportunidade de melhorar e conquistar muitos sins no futuro. Em meu primeiro emprego como ilustrador, fui negado duas vezes. Essas duas negações me fizeram correr atrás e melhorar. Na terceira vez consegui o trabalho. Mesmo assim, tive muitos outros nãos. Faz parte.

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

 AF: Primeiro trabalho com um cliente grande senti uma certa pressão, mas foi de minha parte. Com o desenvolver do trabalho vi que era algo tranquilo e que o cliente queria algo espontâneo e sincero. Acabou sendo mais tranquilo, mesmo rolando aquele medo de não estar fazendo certo ou o melhor. Com o tempo, a gente vai pegando o jeito e descobre que o cliente te contrata porque curte o trabalho e ele próprio esta bem resolvido com o material que você vai entregar. Então, a pressão esta mais com o artista visual. O que é bom, pois relaxar demais e se achar demais é perigoso.

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

AF: Alteração de inicio sempre é chato. Eu trabalho bastante com editoras em livros paradidáticos e didáticos. Quando começo um trabalho com uma editora nova é quando vem mais correção. Com a experiência, você vai entendendo melhor o que cada cliente necessita e as correções tendem a diminuir. Algumas correções são bem vindas e é uma oportunidade de fazer melhor.

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

AF: Meu estilo de desenho é voltado para o público infantil. Em cada livro que ilustro, necessito de ambos. A imagem, tem que ser visual e funcional. Ambos são importantes para trabalhar junto ao texto, ajudando a contar cada história.

 

Veja abaixo alguns trabalhos de Adilson:

 

Você pode conhecer mais sobre o ilustrador em http://ailustra.blogspot.com.br/

Republished by Blog Post Promoter

Clássicos da Disney recoloridos com técnicas 3D

by primeiro design
000000003
Tyson Murphy é ilustrador e designer de personagens da produtora de jogos Blizzard, e em uma série de trabalhos ele nos mostra como seriam alguns clássicos da Disney se fossem feitos hoje em 3D. Utilizando alguns softwares de manipulação de imagem, como o Photoshop, o artista traz luz, profundidade e dimensão a essas imagens icônicas.

Leia o post completo no Designine http://www.designine.com.br/2014/11/classicos-da-disney-re-coloridos-com.html#ixzz3PCx0K6pd

Fonte original: Designine © 2014

Republished by Blog Post Promoter

A arte de Nico DI Mattia

by primeiro design

Nico Di Mattia nasceu em Córdoba, Argentina.
Desde que ele era uma criança, ele foi atraído para as artes, histórias em quadrinhos, animação e narração.
Em 1998, com a idade de 15 anos, ele publicou de forma independente seu primeiro livro de banda desenhada.

Por causa de sua paixão por desenhos e cores, ele melhorou suas habilidades e procurou seu próprio estilo. Em 2001, ele entrou para o Cinema e TV Escola na Universidade Nacional de Córdoba.Enquanto estudava lá, ele atuou como roteirista, diretor e postproducer para vários curtas-metragens, a maioria dos quais enfatizaram suas habilidades com a experimentação estética.

Foi durante o seu primeiro ano na Universidade Nacional de Córdoba que Nico fez sua primeira “speedpainting”. Era uma pintura do cartaz de ” Planeta dos Macacos “, criado na parede de seu quarto com acrílicos. Este processo, que ele gravou em VHS, foi acelerada e musicalized, resultando em um desempenho que ele chamou de ” Arte de fusão “.
Em 2002, ele fez seu primeiro curta-metragem de animação, e foi selecionado para fazer parte do Festival Internacional de Animação “Anima 03 “.
Em 2005, ele se formou como Produtor Técnico em Audiovisual e dirigiu o filme de fantasia curta “La liga de los Imperfectos”, que participou e foi premiado em vários festivais nacionais e internacionais de Cinema.

Em 2006, ele foi a chave co-animador em uma série de desenhos animados e comerciais de TV, feita por uma empresa de audiovisual da sua cidade.
Ele também dirigiu dois novos curtas-metragens de animação, entre 2007 e 2008, que estão participando de diversos festivais de cinema nacionais e internacionais.

Em 2007, Nico recebeu a atenção mundial com suas performances de “pinturas digitais de velocidade” postou em seu canal do YouTube , que tem milhares de assinantes e mais de 55 milhões de visualizações.

Atualmente, ele dirige e edita sua própria revista em quadrinhos e ‘ilustradores revista e trabalha como ilustrador freelancer e caricaturista para diferentes negócios, empresas e particulares de todo mundo.

Veja alguns dos trabalhos deste grande artista:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Site de Nico: http://nicodimattia.com

Facebook: https://www.facebook.com/NICODIMATTIA.illustration

Twitter: http://twitter.com/nicodimattia

Republished by Blog Post Promoter

Tipografia Criativa |Teo Menna

by primeiro design

teo menna

 

O designer, paulistano, Teo Menna tem trabalhos com destaque em tipografia, design editorial e identidade visual.

veja mais em  www.teomenna.com.br

Visto no Tipografia Criativa 

Republished by Blog Post Promoter

Páginas:12»