Marketing – A determinação do preço

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Entender o seu mercado e seu público-alvo  não significa simplesmente
saber que os clientes têm desejos ou necessidades que devem ser satisfeitas. Muitos fatores influenciam
no processo e nos resultados. Nesse sentido, o preço praticado é determinante para aquisição ou rejeição
do produto por parte do consumidor. Note que não se trata de praticar preços baixos nem elevados, mas
o preço adequado.

Kotler (2007, pag. 258), define preço em dois sentidos. “Num sentido mais estrito, preço é o volume de
dinheiro cobrado por um produto. De maneira mais ampla, preço é a soma dos valores que os consumidores
trocam pelo beneficio de possuírem ou usarem um produto ou serviço”. É a troca de quantidade monetária
por produtos. O preço faz parte do mix de marketing e sua fórmula clássica e simplista se resume a
equação custo+lucro=preço.
Há várias denominações para o preço. O aluguel é o preço para locação de imóvel, automóvel, máquinas,
etc, diária e o preço cobrado por hospedagem em hotel ou por serviço de um dia, mensalidade é o preço
da escola, do clube e outros, tarifa é o preço dos serviços públicos, bancários e táxi, juros é o preço do
dinheiro, salário é o preço do trabalho prestado, entre outros.

Para o marketing, a fórmula clássica deve compreender outras variáveis que influenciam na determinação
do preço. Com base nisto, é possível entender que o preço final do produto corresponde ao resultado das
estratégias adotadas nos outros elementos do mix de marketing, produto, praça e promoção, em conjunto
com a estratégia de preço. Conforme Kotler e Armstrong (2007, pag. 256) “Encontrar a estratégia certa de
determinação de preços e implementá-la bem pode ser fundamental para o sucesso de uma empresa – e
até mesmo para sua sobrevivência.”
Os clientes estão cada vez exigentes, procuram produtos com alto padrão de qualidade, resultado de
tecnologias modernas e querem ser atendidos de forma personalizada pelo marketing. Mais uma vez o
Sistema de Informação de Marketing – SIM com dados, inteligência e pesquisas de marketing, estudada
na unidade 5, faz-se necessário, para entender, além das necessidades e desejos do consumidor, a sua
percepção de valor em relação ao produto, pois isso possibilita saber quanto o cliente está disposto a
pagar pelo produto e se este valor suprirá as necessidades da organização.

O poder de compra em uma economia depende da renda, dos preços, da poupança, do endividamento e
da disponibilidade de crédito. O marketing deve estar atento às principais tendências, como a economia,
a renda e os padrões de consumo.

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Marketing | As 5 forças de Porter

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Proposto por Michael Porter as cinco forças objetivam deixar claro como cada um dos envolvidos influenciam, positiva ou negativamente, em seu negócio. As forças são: rivalidade entre os concorrentes, poder de negociação dos fornecedores, poder de negociação dos clientes, ameaça de novos entrantes e ameaça de produtos substitutos.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO – Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/marketing/artigos/42526/marketing-digital-analise-das-cinco-forcas-de-porter#ixzz3bvDQ0Wbv

 

Abaixo veremos as forças competitivas do modelo Porter:

 
Rivalidade entre concorrentes – Esta força é considerada como a mais significativa das cinco forças (Serra, Torres & Torres, 2004). Nesta dimensão, deve-se considerar a atividade e agressividade dos concorrentes diretos. Aqueles que vendem um mesmo produto num mesmo mercado que a organização em questão.

Barreiras à entrada de concorrentes – Além de ser necessário observar as atividades das empresas concorrentes, a ameaça da entrada de novos participantes depende das barreiras existentes contra sua entrada, além do poder de reação das organizações já constituídas.(Serra, Torres & Torres, 2004). Estas barreiras são os fatores que atrapalham o aparecimento de novas empresas para concorrerem em determinado setor. Algumas das principais barreiras são: Economia de Escala; Capital Necessário; Acesso aos canais de distribuição.
Poder de barganha dos compradores – Pode ser traduzido como a capacidade de barganha dos clientes para com as empresas do setor. Esta força competitiva tem a ver com o poder de decisão dos compradores sobre os atributos do produto, principalmente quanto a preço e qualidade. Assim, os compradores têm poderes quando: As compras do setor são de grande volume; Os produtos a serem comprados são padronizados, e sem grande diferenciação; As margens de lucro do setor são estreitas; A opção de o próprio comprador fabricar o produto é financeiramente viável. Estas são apenas algumas características a serem observadas quando se analisa esta força.
Poder de barganha dos fornecedores – Já os fornecedores têm poder de barganha quando: O setor é dominado por poucas empresas fornecedoras; Os produtos são exclusivos, diferenciados, e o custo para trocar de fornecedor é muito alto; O setor de negócios em questão não tem representatividade no faturamento deste fornecedor. Neste caso cabe a organização identificar a atual relação da empresa com seus principais fornecedores.
Ameaça de Produtos ou bens substitutos – São aqueles que não são os mesmos produtos que o seu, mas atendem à mesma necessidade. É prudente avaliar este tipo de produto. Geralmente surgem em mercados situados nos extremos e após certo tempo este se estabiliza em toda a região.

visto em: http://www.administradores.com.br/

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Saiba Mais Sobre Design de Embalagens

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O design de embalagens, é uma vertente do design de produto e do design gráfico. No maioria das vezes o designer de produto é responsável pela forma da própria embalagem, considerando problemas de ergonomia e estética tridimensional. Enquanto o designer gráfico trata do rótulo da embalagem, onde o produto é apresentado graficamente.

A embalagem comercial não é apenas um meio de armazenamento e transporte de um produto, mas é um objeto que possibilita aos consumidores uma relação afetiva individual com o produto.

A embalagem é a identidade da empresa a qual ela representa e em muitos casos é o único meio de comunicação do produto. O bom design de embalagem pode garantir uma boa comunicação com o consumidor, informando sobre o produto e expondo seu caráter. De acordo com a pesquisa setorial ABRE, para muitos consumidores a embalagem é o objeto que identifica simbolicamente o produto. Uma pesquisa do Comitê de Estudos Estratégicos da ABRE mostrou que o consumidor não dissocia a embalagem do seu conteúdo, considerando os dois como constituintes de uma mesma entidade indivisível. Sendo assim a embalagem é ao mesmo tempo expressão e atributo do conteúdo. Exemplos disto são o frasco de perfume, o extintor de incêndio, a caixa de lenços de papel, a caixa de fósforos, dentre outros, como a garrafa da Coca-Cola, a lata do Leite Moça e o frasco do perfume Chanel nº 5, que têm suas formas patenteadas.

Hoje o design das embalagens é considerado uma poderosa ferramenta de marketing e as escolas de nível superior ensinam sua metodologia para alunos tanto da disciplina do design quanto do marketing. O Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM trabalha o design da embalagem como uma especialização do design que tem como objetivo tornar os produtos mais competitivos no ponto-de-venda posicionando-os de forma estratégica na competição de mercado.

Esta nova abordagem utiliza a embalagem como ferramenta de marketing, veículo de comunicação e elo de integração com a internet. muito certo As embalagens foram criadas e desenvolvidas para satisfazer as exigências pragmáticas do capitalismo industrial e, por esse motivo, envolvem os mais variados aspectos tecnológicos. Seu processo de desenvolvimento apresenta similaridades ao processo do desenvolvimento de projetos de produtos (DPP), e o design (de produto e gráfico) “absorveu” essa responsabilidade.

O design de embalagens é, atualmente, um setor amplamente evoluído, cuja formação profissional exige disciplinas, conteúdos e experiências didáticas particulares, visando formar designers com sensibilidade e qualidades profissionais inerentes. Os estudos teóricos sobre o design de embalagem ainda são poucos, comparado à amplitude de abrangência desta área tecnológica. Particularmente no Brasil, em 1976, o então Ministério da Indústria e Comércio, publica o “Manual para Planejamento de Embalagens”, a qual possivelmente se destaca como uma das primeiras referências de apoio ao seu desenvolvimento.

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