A Incrível arte de Adilson Farias

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Entrevistamos Adilson Farias, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

AF: Como a maioria de quem trabalha com arte, desenho desde criança. Tenho lembranças de tentar fazer algo mais sério com meu irmão mais velho, (hoje também ilustrador) de copiar e tentar desenhar os super heróis das HQs, e fazer nossas próprias histórias. Acho que foi ai que começou meu interesse por arte. Com o tempo, o desenho ficou um pouco de lado, voltei a me interessar especificamente por ilustração aos 20 e poucos anos, por influências de amigos que trabalham na área. De lá pra cá, a arte tem sido constante. Se tornou uma liturgia diária.

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

 AF: Começar pelos baixos… A ilustração, arte num geral, ainda não é valorizada como em outros países em que se pode trabalhar e viver bem da sua arte. A dificuldade de cursos e faculdades voltadas a ilustração também dificultam e retardam o aprendizado.  Alem de cada vez mais estar vendo a profissão em decadência, na questão de valores, muitos preocupados em ter algo publicado, cobrando pouco ou aceitando tabela de preços imposto por clientes, e muitas vezes fazendo de graça.
Se valorizar, buscar saber o preço que esta sendo cobrado no mercado por profissionais que atuam a mais tempo, é o básico pra ter um início digno na profissão e manter o mercado valorizado.

Os altos… Trabalhar com o que gosta, poder fazer alguma diferença na sociedade que vivemos. Apesar de alguns pesares é uma profissão que escolhemos com o coração.

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

AF: Tenho fases. Ultimamente quando estou fazendo algum trabalho pessoal, desenhando pra mim, estou preferindo ir para técnica tradicional, a aquarela. Estou gostando bastante de experimentar e brincar com a técnica. Mas isso muda, ja fui mais de testar e procurar estilos no digital. Não tenho uma técnica preferida. Vai do momento. Tenho a opinião de que desenho bom é desenho bom, não importa a técnica.

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

 AF: O desafio esta em você mesmo. E o reconhecimento vem com a qualidade. Não adianta criar um discurso bonito para tentar vender seu trabalho, se não for bom, não vai pra frente. Desenho tem que se vender por si só. Então, é estudar e  ter um produto que corresponda da melhor forma a necessidade na área de atuação que pretende trabalhar. Ter sua particularidade, seu estilo visual e muito profissionalismo. O reconhecimento acontece pela busca constante por qualidade.

PD: Para os jovens ilustradores e Designer que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

AF: Esse reconhecimento apropriado vem com o tempo. Faz parte da carreira levar muitos nãos. E esses nãos, vem para te lapidar. Sempre encare um não como uma oportunidade de melhorar e conquistar muitos sins no futuro. Em meu primeiro emprego como ilustrador, fui negado duas vezes. Essas duas negações me fizeram correr atrás e melhorar. Na terceira vez consegui o trabalho. Mesmo assim, tive muitos outros nãos. Faz parte.

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

 AF: Primeiro trabalho com um cliente grande senti uma certa pressão, mas foi de minha parte. Com o desenvolver do trabalho vi que era algo tranquilo e que o cliente queria algo espontâneo e sincero. Acabou sendo mais tranquilo, mesmo rolando aquele medo de não estar fazendo certo ou o melhor. Com o tempo, a gente vai pegando o jeito e descobre que o cliente te contrata porque curte o trabalho e ele próprio esta bem resolvido com o material que você vai entregar. Então, a pressão esta mais com o artista visual. O que é bom, pois relaxar demais e se achar demais é perigoso.

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

AF: Alteração de inicio sempre é chato. Eu trabalho bastante com editoras em livros paradidáticos e didáticos. Quando começo um trabalho com uma editora nova é quando vem mais correção. Com a experiência, você vai entendendo melhor o que cada cliente necessita e as correções tendem a diminuir. Algumas correções são bem vindas e é uma oportunidade de fazer melhor.

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

AF: Meu estilo de desenho é voltado para o público infantil. Em cada livro que ilustro, necessito de ambos. A imagem, tem que ser visual e funcional. Ambos são importantes para trabalhar junto ao texto, ajudando a contar cada história.

 

Veja abaixo alguns trabalhos de Adilson:

 

Você pode conhecer mais sobre o ilustrador em http://ailustra.blogspot.com.br/

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Comerciais de Esmalte

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Eles fazem a cabeça das mulheres e os dedos também, os esmaltes hoje em dia se vendem de forma que não so a cor é motivo para compra do produto, quem já usou, por que usou e o qual famosa é a marca, também são fatores que o publico feminino leva em consideração na hora de decorar as unhas.

Veja abaixo alguns exemplos de comerciais deste produto.

 

 

 

 

 

 

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PAINEL RGB QUE ALTERA O TEXTO CONFORME A LUZ

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Um painel com uma única impressão, mas que muda a informação conforme a luz. Na verdade as informações já estão ali em cores diferentes, e ao alterar a cor da luz, a mensagem muda. O melhor é ver para entender melhor. Sensacional. A criação fica por conta da agência Thjnk e o estúdio I Made This para a IKEA.

visto no S/Casca

 

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