Embalagens Criativas #3

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

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A arte de Nico DI Mattia

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Nico Di Mattia nasceu em Córdoba, Argentina.
Desde que ele era uma criança, ele foi atraído para as artes, histórias em quadrinhos, animação e narração.
Em 1998, com a idade de 15 anos, ele publicou de forma independente seu primeiro livro de banda desenhada.

Por causa de sua paixão por desenhos e cores, ele melhorou suas habilidades e procurou seu próprio estilo. Em 2001, ele entrou para o Cinema e TV Escola na Universidade Nacional de Córdoba.Enquanto estudava lá, ele atuou como roteirista, diretor e postproducer para vários curtas-metragens, a maioria dos quais enfatizaram suas habilidades com a experimentação estética.

Foi durante o seu primeiro ano na Universidade Nacional de Córdoba que Nico fez sua primeira “speedpainting”. Era uma pintura do cartaz de ” Planeta dos Macacos “, criado na parede de seu quarto com acrílicos. Este processo, que ele gravou em VHS, foi acelerada e musicalized, resultando em um desempenho que ele chamou de ” Arte de fusão “.
Em 2002, ele fez seu primeiro curta-metragem de animação, e foi selecionado para fazer parte do Festival Internacional de Animação “Anima 03 “.
Em 2005, ele se formou como Produtor Técnico em Audiovisual e dirigiu o filme de fantasia curta “La liga de los Imperfectos”, que participou e foi premiado em vários festivais nacionais e internacionais de Cinema.

Em 2006, ele foi a chave co-animador em uma série de desenhos animados e comerciais de TV, feita por uma empresa de audiovisual da sua cidade.
Ele também dirigiu dois novos curtas-metragens de animação, entre 2007 e 2008, que estão participando de diversos festivais de cinema nacionais e internacionais.

Em 2007, Nico recebeu a atenção mundial com suas performances de “pinturas digitais de velocidade” postou em seu canal do YouTube , que tem milhares de assinantes e mais de 55 milhões de visualizações.

Atualmente, ele dirige e edita sua própria revista em quadrinhos e ‘ilustradores revista e trabalha como ilustrador freelancer e caricaturista para diferentes negócios, empresas e particulares de todo mundo.

Veja alguns dos trabalhos deste grande artista:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Site de Nico: http://nicodimattia.com

Facebook: https://www.facebook.com/NICODIMATTIA.illustration

Twitter: http://twitter.com/nicodimattia

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Fotografia | Processos Fotográficos

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A fotografia não é a obra final de um único criador, ao longo da história, diversas pessoas foram agregando conceitos e processos que deram origem à fotografia como a conhecemos. O mais antigo destes conceitos foi o da câmara escura, descrita pelo napolitano Giovanni Baptista Della Porta, já em 1558, e conhecida porLeonardo da Vinci que a usava, como outros artistas no século XVI para esboçar pinturas.

O cientista italiano Angelo Sala, em 1604, percebeu que um composto de prata escurecia ao Sol, supondo que esse efeito fosse produzido pelo calor. Foi então que, Johann Heinrich Schulze fazendo experiências com ácido nítrico, prata e gesso em 1724, determinou que era a prata halógena, convertida em prata metálica, e não o calor, que provocava o escurecimento.

A primeira fotografia reconhecida é uma imagem produzida em 1826 pelo francês Joseph Nicéphore Niépce, numa placa de estanho coberta com um derivado depetróleo fotossensível chamado Betume da Judeia. A imagem foi produzida com uma câmera, sendo exigidas cerca de oito horas de exposição à luz solar. Nièpce chamou o processo de “heliografia”, gravura com a luz do Sol. Paralelamente, outro francês, Daguerre, produzia com uma câmera escura efeitos visuais em um espetáculo denominado “Diorama”. Daguerre e Niépce trocaram correspondência durante alguns anos, vindo finalmente a firmarem sociedade.

Os processos fotográficos são:

Fotografia em preto e branco

A fotografia nasceu em preto e branco, mais precisamente como o preto sobre o branco, no início do século XIX.14 Desde as primeiras formas de fotografia que se popularizaram, como o daguerreótipo – aproximadamente na década de 1823 – até aosfilmes preto e branco atuais, houve muita evolução técnica e diminuição dos custos. Os filmes atuais têm uma grande gama de tonalidade, superior até mesmo aos coloridos, resultando em fotos muito ricas em detalhes. Por isso, as fotos feitas com filmes PB são superiores as fotos coloridas convertidas em PB.

Fotografia colorida

A fotografia colorida foi explorada durante o século XIX e os experimentos iniciais em cores não puderam fixar a fotografia, nem prevenir a cor de enfraquecimento. Durante a metade daquele século as emulsões disponíveis ainda não eram totalmente capazes de serem sensibilizadas pela cor verde ou pela vermelha – a total sensibilidade a cor vermelha só foi obtida com êxito total no começo do século XX. A primeira fotografia colorida permanente foi tirada em 1861 pelo físico James Clerk Maxwell. O primeiro filme colorido, o Autocromo, somente chegou ao mercado no ano de 1907 e era baseado em pontos tingidos de extrato de batata.

O primeiro filme colorido moderno, o Kodachrome, foi introduzido em 1935 baseado em três emulsões coloridas. A maioria dos filmes coloridos modernos, exceto o Kodachrome, são baseados na tecnologia desenvolvida pela Agfa-color em 1936. O filme colorido instantâneo foi introduzido pela Polaroid em 1963.

A fotografia colorida pode formar imagens como uma transparência positiva, planejada para uso em projetor de slides(diapositivos) ou em negativos coloridos, planejado para uso de ampliações coloridas positivas em papel de revestimento especial. O último é atualmente a forma mais comum de filme fotográfico colorido (não digital), devido à introdução do equipamento de foto impressão automático.

Fotografia digital

Fotografia digital é uma imagem digital obtida por meio de uma câmera digital. Sendo um arquivo digital, pode, utilizando um computador, ser editada, impressa, enviada por e-mail ou armazenada em qualquer dispositivo de armazenamento digital.

A fotografia tradicional era um fardo considerável para os fotógrafos que trabalhavam em localidades distantes – como correspondentes de órgãos de imprensa – sem acesso às instalações de produção. Com o aumento da competição com a televisão, houve um aumento na urgência para se transferir imagens aos jornais mais rapidamente.

Fotógrafos em localidades remotas carregariam um mini laboratório fotográfico com eles, e alguns meios de transmitir suas imagens pela linha telefônica. Em 1990, a Kodak lançou o DCS 100, a primeira câmera digital comercialmente disponível. Seu custo impediu o uso em fotojornalismo e em aplicações profissionais, mas a fotografia digital surgiu neste momento.

Em 10 anos, as câmeras digitais se tornaram produtos de consumo, e estão, de modo irreversível, substituindo gradualmente suas equivalentes tradicionais em muitas aplicações, pois o preço dos componentes eletrônicos cai e a qualidade da imagem melhora.

A Kodak anunciou em janeiro de 2004 o fim da produção da câmeras reutilizáveis de 35 milímetros após o término daquele ano. Entretanto, a fotografia “líquida” irá perdurar, pois os amadores dedicados e artistas qualificados preservam o uso de materiais e técnicas tradicionais.

Fotografia panorâmica

A fotografia panorâmica, assim como a palavra panorama, refere-se a uma vista inteira de uma área circunvizinha. As fotografias panorâmicas tentam capturar tal vista.

A máquina fotográfica 360° é uma câmera fotográfica capaz de fazer uma única fotografia panorâmica completa (abrangendo toda a volta) a partir de um determinado ponto.

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Embalagens Criativas #4

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

 

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Comerciais com Cães

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A liberdade criativa que existe quando se cria um comercial é o que faz com que os criativos coloquem os amigos caninos em situações das mais diversas para vender o produto em questão, independente do produto a ser vendido, eles sempre acabam chamando a atenção por sua ” interpretação “.

Confira abaixo uma lista desses comerciais bons pra cachorro:

 

 

 

 

 

 

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Publicidade e propaganda: teorias e estratégias

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A atividade publicitária sempre despontou como uma consagrada forma de comunicação com o mercado, com sua carga persuasiva, sua criatividade e o seu reconhecido poder de apropriação teórica e catalisadora das tendências sociais. Este capítulo propõe uma revisão na atual práxis da atividade publicitária que enfrenta duas fortes variáveis: o avanço das novas tecnologias e a economia da atenção, compartilhadas por uma postura hedônica do consumidor contemporâneo. Em busca de alternativas que evidenciem a sua importância na construção da imagem da marca e nas relações de consumo, a publicidade torna-se estratégica diante das novas possibilidades de criação, gestão e distribuição da sua mensagem.

Chamar a atenção sem promover a interrupção
Certamente a missão mais inglória da propaganda neste novo ou atual contexto é o seu compromisso em destacar-se entre os milhares de estímulos dirigidos ou não aos consumidores. Afinal todos nós somos literalmente bombardeados por mensagens, dirigidas, rebatidas ou reverberadas como ondas gigantescas que promovem o afogamento nosso de cada dia. A frase mais comum é: eu vi ou ouvi isso em algum lugar, não sei onde; ou: não lembro a marca, mas o filme tinha uma menina, ou melhor, acho que tinha um carro azul, talvez verde. Enfim, a disputa pela atenção não é novidade nesta área, até mesmo porque a lógica da propaganda como promotora de efeitos junto ao receptor/consumidor, tem como referencia a proposta de Lewis em 1898, com o seu acrônimo (AID) atenção-interesse-desejo. No final da década de 1950 a ênfase neste modelo já contava com a inclusão do A (ação) no final do acrônimo, pois
se atribuía o resultado das vendas como o fechamento deste ciclo (COHEN, 1987). O chamar a atenção é requisito imprescindível para os demais modelos que cuidam dos efeitos junto a recepção, compreendendo que eles ocorrem numa seqüência que se inicia com o tornar conhecido (estágio cognitivo), para posteriormente promover o gostar e preferir (estágio afetivo) e finalizando-se com a compra/aquisição (estágio comportamental) , constituindo-se no conhecido modelo “Hierarquia de Efeitos”, estruturado por LADVIGE & STEINER (1961) .

Mas, como cumprir todos esses estágios se não chamar a atenção? E como chamar a atenção em um momento onde as mídias se multiplicam e a audiência se divide? A competição pela atenção significa partilhar a mente e o coração (mindshare e heartshare) se isto não acontece a propaganda perde sua condição de significar e promover a diferenciação entre produtos/bens e serviços essencialmentes iguais,
portanto, a flexibilidade da propaganda está na compreensão dos novos cenários que a cercam e na reação imediata de suas práticas. Diante um ambiente de possibilidades ilimitadas de seleção e acesso a informação, o recurso mais escasso hoje é a atenção do cliente.

Influenciar o comportamento (a estratégia) e manter ou mudar os hábitos de compra (as táticas) são as doutrinas básicas de praticamente todos os esforços da comunicação de marketing. Dessa forma “Admitidamente manter ou mudar hábitos requer mais que atenção. Mas se a marca não pode adquirir atenção, então nada mais é possível”
(SACHARIN, 2001, p.4).

Ser estratégico é ser criativo
Em pleno anos setenta, quando não se falava em Internet e quando marketing direto era confundido com mala direta e os eventos não tinham a grandiosidade dos mega espetáculos e a nossa televisão contava com pouco mais que cinco emissoras de sinal aberto e não se falava em televisão por assinatura, as revistas e jornais de grande tiragem resumiam-se a pequenas tiragens de cobertura nacional, ou até mesmo regional.

A atenção já era e sempre foi uma preocupação da publicidade, pois ela apresentava uma proposta de amenizar a interrupção junto ao receptor, além de destacar-se da concorrência no espaço comum de veiculação, evidenciando sua criatividade como estratégia de visibilidade. O argumento daquele momento não difere das atuais abordagens sobre a mensagem ser também uma paisagem, pois a publicidade era vista como: Uma das raras mensagens – que é além de tudo uma paisagem (olha-se a publicidade, mais contemplada do que lida); lugar de recreação informativa, de informação recreativa; expressão de um certo olhar sobre o objeto, não do próprio objeto, a imagem publicitária acomoda sua estrutura à sua função (PÉNINOU, 1973, p.62) Nada mais atual como esta proposta, frente um consumidor hedonista, mergulhado em um universo icônico, onde as imagens que se constituem em verdades desfilam freneticamente pelas retinas desse consumidor que seleciona o que deseja ver,
afinal, ele está diante de infinitas fontes de informações.
A proposta de Jean Marie Dru em seu livro “Beyond disruption – changing the rules in the marketplace” (2002) é resgatar a criatividade como a promotora de mudanças significativas nas práticas mercadológicas e seus processos comunicacionais, propondo o disruption como metodologia, ou seja, entende-se o processo criativo como um rompimento dos processos existentes.

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A Incrível arte de Adilson Farias

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Entrevistamos Adilson Farias, um ilustrador talentosíssimo que vem com seu traço animado e descontraído fazendo trabalhos muito criativos. veja como foi:

 

PD: Quando começou a se interessar por arte e ilustração?

AF: Como a maioria de quem trabalha com arte, desenho desde criança. Tenho lembranças de tentar fazer algo mais sério com meu irmão mais velho, (hoje também ilustrador) de copiar e tentar desenhar os super heróis das HQs, e fazer nossas próprias histórias. Acho que foi ai que começou meu interesse por arte. Com o tempo, o desenho ficou um pouco de lado, voltei a me interessar especificamente por ilustração aos 20 e poucos anos, por influências de amigos que trabalham na área. De lá pra cá, a arte tem sido constante. Se tornou uma liturgia diária.

PD: Quais são os altos e baixos de ser um artista visual?

 AF: Começar pelos baixos… A ilustração, arte num geral, ainda não é valorizada como em outros países em que se pode trabalhar e viver bem da sua arte. A dificuldade de cursos e faculdades voltadas a ilustração também dificultam e retardam o aprendizado.  Alem de cada vez mais estar vendo a profissão em decadência, na questão de valores, muitos preocupados em ter algo publicado, cobrando pouco ou aceitando tabela de preços imposto por clientes, e muitas vezes fazendo de graça.
Se valorizar, buscar saber o preço que esta sendo cobrado no mercado por profissionais que atuam a mais tempo, é o básico pra ter um início digno na profissão e manter o mercado valorizado.

Os altos… Trabalhar com o que gosta, poder fazer alguma diferença na sociedade que vivemos. Apesar de alguns pesares é uma profissão que escolhemos com o coração.

PD: Quando precisa criar, prefere partir para o meio digital, ou diretamente o tradicional?

AF: Tenho fases. Ultimamente quando estou fazendo algum trabalho pessoal, desenhando pra mim, estou preferindo ir para técnica tradicional, a aquarela. Estou gostando bastante de experimentar e brincar com a técnica. Mas isso muda, ja fui mais de testar e procurar estilos no digital. Não tenho uma técnica preferida. Vai do momento. Tenho a opinião de que desenho bom é desenho bom, não importa a técnica.

PD: Quais são os maiores desafios para se obter reconhecimento no mercado atual na sua opinião?

 AF: O desafio esta em você mesmo. E o reconhecimento vem com a qualidade. Não adianta criar um discurso bonito para tentar vender seu trabalho, se não for bom, não vai pra frente. Desenho tem que se vender por si só. Então, é estudar e  ter um produto que corresponda da melhor forma a necessidade na área de atuação que pretende trabalhar. Ter sua particularidade, seu estilo visual e muito profissionalismo. O reconhecimento acontece pela busca constante por qualidade.

PD: Para os jovens ilustradores e Designer que tem que passar pelo não reconhecimento apropriado por parte dos clientes, qual a sua dica?

AF: Esse reconhecimento apropriado vem com o tempo. Faz parte da carreira levar muitos nãos. E esses nãos, vem para te lapidar. Sempre encare um não como uma oportunidade de melhorar e conquistar muitos sins no futuro. Em meu primeiro emprego como ilustrador, fui negado duas vezes. Essas duas negações me fizeram correr atrás e melhorar. Na terceira vez consegui o trabalho. Mesmo assim, tive muitos outros nãos. Faz parte.

PD: Como foi lidar com o seu primeiro cliente grande?

 AF: Primeiro trabalho com um cliente grande senti uma certa pressão, mas foi de minha parte. Com o desenvolver do trabalho vi que era algo tranquilo e que o cliente queria algo espontâneo e sincero. Acabou sendo mais tranquilo, mesmo rolando aquele medo de não estar fazendo certo ou o melhor. Com o tempo, a gente vai pegando o jeito e descobre que o cliente te contrata porque curte o trabalho e ele próprio esta bem resolvido com o material que você vai entregar. Então, a pressão esta mais com o artista visual. O que é bom, pois relaxar demais e se achar demais é perigoso.

PD: Quanto aos pedidos dos clientes, é difícil lidar com pedidos de alteração?

AF: Alteração de inicio sempre é chato. Eu trabalho bastante com editoras em livros paradidáticos e didáticos. Quando começo um trabalho com uma editora nova é quando vem mais correção. Com a experiência, você vai entendendo melhor o que cada cliente necessita e as correções tendem a diminuir. Algumas correções são bem vindas e é uma oportunidade de fazer melhor.

PD: Quanto a criação, o visual é mais importante do que ser funcional?

AF: Meu estilo de desenho é voltado para o público infantil. Em cada livro que ilustro, necessito de ambos. A imagem, tem que ser visual e funcional. Ambos são importantes para trabalhar junto ao texto, ajudando a contar cada história.

 

Veja abaixo alguns trabalhos de Adilson:

 

Você pode conhecer mais sobre o ilustrador em http://ailustra.blogspot.com.br/

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Marketing – A determinação do preço

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Entender o seu mercado e seu público-alvo  não significa simplesmente
saber que os clientes têm desejos ou necessidades que devem ser satisfeitas. Muitos fatores influenciam
no processo e nos resultados. Nesse sentido, o preço praticado é determinante para aquisição ou rejeição
do produto por parte do consumidor. Note que não se trata de praticar preços baixos nem elevados, mas
o preço adequado.

Kotler (2007, pag. 258), define preço em dois sentidos. “Num sentido mais estrito, preço é o volume de
dinheiro cobrado por um produto. De maneira mais ampla, preço é a soma dos valores que os consumidores
trocam pelo beneficio de possuírem ou usarem um produto ou serviço”. É a troca de quantidade monetária
por produtos. O preço faz parte do mix de marketing e sua fórmula clássica e simplista se resume a
equação custo+lucro=preço.
Há várias denominações para o preço. O aluguel é o preço para locação de imóvel, automóvel, máquinas,
etc, diária e o preço cobrado por hospedagem em hotel ou por serviço de um dia, mensalidade é o preço
da escola, do clube e outros, tarifa é o preço dos serviços públicos, bancários e táxi, juros é o preço do
dinheiro, salário é o preço do trabalho prestado, entre outros.

Para o marketing, a fórmula clássica deve compreender outras variáveis que influenciam na determinação
do preço. Com base nisto, é possível entender que o preço final do produto corresponde ao resultado das
estratégias adotadas nos outros elementos do mix de marketing, produto, praça e promoção, em conjunto
com a estratégia de preço. Conforme Kotler e Armstrong (2007, pag. 256) “Encontrar a estratégia certa de
determinação de preços e implementá-la bem pode ser fundamental para o sucesso de uma empresa – e
até mesmo para sua sobrevivência.”
Os clientes estão cada vez exigentes, procuram produtos com alto padrão de qualidade, resultado de
tecnologias modernas e querem ser atendidos de forma personalizada pelo marketing. Mais uma vez o
Sistema de Informação de Marketing – SIM com dados, inteligência e pesquisas de marketing, estudada
na unidade 5, faz-se necessário, para entender, além das necessidades e desejos do consumidor, a sua
percepção de valor em relação ao produto, pois isso possibilita saber quanto o cliente está disposto a
pagar pelo produto e se este valor suprirá as necessidades da organização.

O poder de compra em uma economia depende da renda, dos preços, da poupança, do endividamento e
da disponibilidade de crédito. O marketing deve estar atento às principais tendências, como a economia,
a renda e os padrões de consumo.

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Design de Videografismo

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O Design de Videografismo vem ser aquele que usa as ferramentas do design gráfico so que para projetos voltados principalmente  para tv  e cinema. São alguns desses projetos : criação de vinhetas, criação de efeitos diversos para vídeo desde títulos a efeitos especiais.

No Brasil está crescendo cada vez mais o mercado de edição e criação de vídeo de modo que o mercado se  encontra bem aberto e oferece uma enorme variedade de trabalhos para os designers que tem conhecimento nessa área.

O profissional que trabalha nessa área é chamado de Motion Designer, Designer de animação e outros, sendo o mais comum Motion Designer.
É muito importante para um Motion Designer saber aplicar as ferramentas do Design Gráfico em seus projetos, toda a parte de análise de briefing, criação, e amadurecimento de projeto segue basicamente os mesmos passos da criação estática, é quando essa parte está finalizada que vem a hora de se adicionar movimento.
Como é de costume nos dias de hoje, a tecnologia ajuda aos Designers a expor sua criatividade, é de costume também que tal tecnologia exige de um computador um certo gasto em relação a placas de vídeo, memoria e etc.
Os softwares mais utilizados para desenvolvimento de projetos desse tipo são o After Effects, o Final Cut, o Flash e o Adobe Premiere.
Para os jovens Designers que pretendem seguir nessa carreira existem muitas formações voltadas exclusivamente para esse tipo de mercado.

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GRID? PRA QUE SERVE ISSO?

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Sabemos que a arte da diagramação é, no geral, quase matemática. Não se diagrama uma página dispondo os elementos de forma aleatória. Em uma estante, as prateleiras ajudam a separar os livros, para que eles não pareçam amontoados e tenham um mínimo de harmonia visual. Do mesmo modo, se é preciso organizar as informações e as imagens em um determinado espaço é necessário ter parâmetros e referências para essa organização.

Na editoração eletrônica, ou diagramação, quando vamos organizar os elementos em uma ou várias páginas, utilizamos o grid, a “prateleira” do nosso trabalho. Ele é dividido em linhas e colunas que irão servir de referência para a utilização do espaço de forma a facilitar o trabalho de diagramação e possibilitar combinações e composições de elementos, deixando cada página organizada e mantendo a unidade visual do projeto gráfico.

Primeiro: O grid não é um monstro. Segundo: ele é seu amigo! Você sabia que definir um grid te ajuda a não cair nas garras da página em branco? Agora que vocês já foram apresentados é preciso te ensinar mais uma coisa. O grid não é seu chefe. Ele é seu assistente. Ele vai estar lá quando você tiver dúvidas sobre onde colocar uma imagem, sobre como distribuir os blocos de texto. Ele é flexível! Ele não diz: “olha, amigo diagramador, você só pode colocar imagens nesse espaço aqui, viu?”, ele apenas te sugere: “é melhor você não colar esse texto naquele, porque vai ficar ilegível. As pessoas precisam de áreas de descanso, porque os olhos entendem muita informação colada como se fosse um monte de lixo.”.

 

Ou seja, o grid vai te mostrar as milhares de possibilidades e combinações possíveis de composição de uma página sem que o seu livro, revista, folder ou outro produto pareça um Frankenstein. É como os filhos de uma mesma família: Você reconhece que eles são irmãos, que têm o mesmo material genético, mas cada página pode ter a sua personalidade, o seu caráter, a sua roupa e seus atributos físicos.

 

Devemos entender o grid, portanto, não como limitação, mas como um guia. Um prédio pode ter vários andares, mas a cobertura é sempre diferenciada, os andares inferiores podem ter varandas… Ainda assim, cada morador mobilia e decora seu apartamento de acordo com o seu bom (ou mau) gosto. Se o grid te oferece a estrutura de uma organização funcional é a sua criatividade o que vai tornar cada bloco de informações interessante e atrativo.

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