Belas artes all-type para se inspirar

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É sempre muito bacana quando a gente tem vários tipos de exemplos de bons trabalhos, isso também vale para peças feitas tendo como base tipografias, são elas chamadas all-type.

Uma peça all-type utiliza apenas da parte textual, preenchendo todo o campo visual utilizando palavras e efeitos nessas palavras, esses efeitos podem ser sutis como mudanças de cor e tamanho ou mais elaborados como mudar toda a estrutura do tipo e adicionar texturas e formas complexas. Embora pareça ser algo simples, a criação de um anuncio dessa forma pede um esforço muito grande por parte do redator, já que a importância está totalmente no texto e vai caber ao diretor de arte ou designer ou arte finalista, formatar a ideia de forma que não perca o sentido total do texto.

veja alguns destes  excelentes exemplos de peças para se inspirar:

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Embalagens Criativas #2

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Para se inspirar, Nada melhor do que ver bons trabalhos. Abaixo, você alguns exemplos muito criativos e funcionais de embalagens.

 

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PAINEL RGB QUE ALTERA O TEXTO CONFORME A LUZ

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Um painel com uma única impressão, mas que muda a informação conforme a luz. Na verdade as informações já estão ali em cores diferentes, e ao alterar a cor da luz, a mensagem muda. O melhor é ver para entender melhor. Sensacional. A criação fica por conta da agência Thjnk e o estúdio I Made This para a IKEA.

visto no S/Casca

 

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Comerciais com Cães

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A liberdade criativa que existe quando se cria um comercial é o que faz com que os criativos coloquem os amigos caninos em situações das mais diversas para vender o produto em questão, independente do produto a ser vendido, eles sempre acabam chamando a atenção por sua ” interpretação “.

Confira abaixo uma lista desses comerciais bons pra cachorro:

 

 

 

 

 

 

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Publicidade e propaganda: teorias e estratégias

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A atividade publicitária sempre despontou como uma consagrada forma de comunicação com o mercado, com sua carga persuasiva, sua criatividade e o seu reconhecido poder de apropriação teórica e catalisadora das tendências sociais. Este capítulo propõe uma revisão na atual práxis da atividade publicitária que enfrenta duas fortes variáveis: o avanço das novas tecnologias e a economia da atenção, compartilhadas por uma postura hedônica do consumidor contemporâneo. Em busca de alternativas que evidenciem a sua importância na construção da imagem da marca e nas relações de consumo, a publicidade torna-se estratégica diante das novas possibilidades de criação, gestão e distribuição da sua mensagem.

Chamar a atenção sem promover a interrupção
Certamente a missão mais inglória da propaganda neste novo ou atual contexto é o seu compromisso em destacar-se entre os milhares de estímulos dirigidos ou não aos consumidores. Afinal todos nós somos literalmente bombardeados por mensagens, dirigidas, rebatidas ou reverberadas como ondas gigantescas que promovem o afogamento nosso de cada dia. A frase mais comum é: eu vi ou ouvi isso em algum lugar, não sei onde; ou: não lembro a marca, mas o filme tinha uma menina, ou melhor, acho que tinha um carro azul, talvez verde. Enfim, a disputa pela atenção não é novidade nesta área, até mesmo porque a lógica da propaganda como promotora de efeitos junto ao receptor/consumidor, tem como referencia a proposta de Lewis em 1898, com o seu acrônimo (AID) atenção-interesse-desejo. No final da década de 1950 a ênfase neste modelo já contava com a inclusão do A (ação) no final do acrônimo, pois
se atribuía o resultado das vendas como o fechamento deste ciclo (COHEN, 1987). O chamar a atenção é requisito imprescindível para os demais modelos que cuidam dos efeitos junto a recepção, compreendendo que eles ocorrem numa seqüência que se inicia com o tornar conhecido (estágio cognitivo), para posteriormente promover o gostar e preferir (estágio afetivo) e finalizando-se com a compra/aquisição (estágio comportamental) , constituindo-se no conhecido modelo “Hierarquia de Efeitos”, estruturado por LADVIGE & STEINER (1961) .

Mas, como cumprir todos esses estágios se não chamar a atenção? E como chamar a atenção em um momento onde as mídias se multiplicam e a audiência se divide? A competição pela atenção significa partilhar a mente e o coração (mindshare e heartshare) se isto não acontece a propaganda perde sua condição de significar e promover a diferenciação entre produtos/bens e serviços essencialmentes iguais,
portanto, a flexibilidade da propaganda está na compreensão dos novos cenários que a cercam e na reação imediata de suas práticas. Diante um ambiente de possibilidades ilimitadas de seleção e acesso a informação, o recurso mais escasso hoje é a atenção do cliente.

Influenciar o comportamento (a estratégia) e manter ou mudar os hábitos de compra (as táticas) são as doutrinas básicas de praticamente todos os esforços da comunicação de marketing. Dessa forma “Admitidamente manter ou mudar hábitos requer mais que atenção. Mas se a marca não pode adquirir atenção, então nada mais é possível”
(SACHARIN, 2001, p.4).

Ser estratégico é ser criativo
Em pleno anos setenta, quando não se falava em Internet e quando marketing direto era confundido com mala direta e os eventos não tinham a grandiosidade dos mega espetáculos e a nossa televisão contava com pouco mais que cinco emissoras de sinal aberto e não se falava em televisão por assinatura, as revistas e jornais de grande tiragem resumiam-se a pequenas tiragens de cobertura nacional, ou até mesmo regional.

A atenção já era e sempre foi uma preocupação da publicidade, pois ela apresentava uma proposta de amenizar a interrupção junto ao receptor, além de destacar-se da concorrência no espaço comum de veiculação, evidenciando sua criatividade como estratégia de visibilidade. O argumento daquele momento não difere das atuais abordagens sobre a mensagem ser também uma paisagem, pois a publicidade era vista como: Uma das raras mensagens – que é além de tudo uma paisagem (olha-se a publicidade, mais contemplada do que lida); lugar de recreação informativa, de informação recreativa; expressão de um certo olhar sobre o objeto, não do próprio objeto, a imagem publicitária acomoda sua estrutura à sua função (PÉNINOU, 1973, p.62) Nada mais atual como esta proposta, frente um consumidor hedonista, mergulhado em um universo icônico, onde as imagens que se constituem em verdades desfilam freneticamente pelas retinas desse consumidor que seleciona o que deseja ver,
afinal, ele está diante de infinitas fontes de informações.
A proposta de Jean Marie Dru em seu livro “Beyond disruption – changing the rules in the marketplace” (2002) é resgatar a criatividade como a promotora de mudanças significativas nas práticas mercadológicas e seus processos comunicacionais, propondo o disruption como metodologia, ou seja, entende-se o processo criativo como um rompimento dos processos existentes.

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Comercial marca Peru: Campanha de Lançamento Internacional 2012

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Comercial super criativo que mostra um homem do futuro que esqueceu de seus princípios e suas vivencias do passado e recebe um recado dele mesmo, de 20 anos atrás. vale dar uma olhada.

 

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GRID? PRA QUE SERVE ISSO?

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Sabemos que a arte da diagramação é, no geral, quase matemática. Não se diagrama uma página dispondo os elementos de forma aleatória. Em uma estante, as prateleiras ajudam a separar os livros, para que eles não pareçam amontoados e tenham um mínimo de harmonia visual. Do mesmo modo, se é preciso organizar as informações e as imagens em um determinado espaço é necessário ter parâmetros e referências para essa organização.

Na editoração eletrônica, ou diagramação, quando vamos organizar os elementos em uma ou várias páginas, utilizamos o grid, a “prateleira” do nosso trabalho. Ele é dividido em linhas e colunas que irão servir de referência para a utilização do espaço de forma a facilitar o trabalho de diagramação e possibilitar combinações e composições de elementos, deixando cada página organizada e mantendo a unidade visual do projeto gráfico.

Primeiro: O grid não é um monstro. Segundo: ele é seu amigo! Você sabia que definir um grid te ajuda a não cair nas garras da página em branco? Agora que vocês já foram apresentados é preciso te ensinar mais uma coisa. O grid não é seu chefe. Ele é seu assistente. Ele vai estar lá quando você tiver dúvidas sobre onde colocar uma imagem, sobre como distribuir os blocos de texto. Ele é flexível! Ele não diz: “olha, amigo diagramador, você só pode colocar imagens nesse espaço aqui, viu?”, ele apenas te sugere: “é melhor você não colar esse texto naquele, porque vai ficar ilegível. As pessoas precisam de áreas de descanso, porque os olhos entendem muita informação colada como se fosse um monte de lixo.”.

 

Ou seja, o grid vai te mostrar as milhares de possibilidades e combinações possíveis de composição de uma página sem que o seu livro, revista, folder ou outro produto pareça um Frankenstein. É como os filhos de uma mesma família: Você reconhece que eles são irmãos, que têm o mesmo material genético, mas cada página pode ter a sua personalidade, o seu caráter, a sua roupa e seus atributos físicos.

 

Devemos entender o grid, portanto, não como limitação, mas como um guia. Um prédio pode ter vários andares, mas a cobertura é sempre diferenciada, os andares inferiores podem ter varandas… Ainda assim, cada morador mobilia e decora seu apartamento de acordo com o seu bom (ou mau) gosto. Se o grid te oferece a estrutura de uma organização funcional é a sua criatividade o que vai tornar cada bloco de informações interessante e atrativo.

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Designers contra o Canva

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Photoshop e Illustrator não são ferramentas muito fáceis de dominar. Um neófito pode ficar facilmente confuso com a interface cheia de botões, janelas e menus. E a cada nova versão, mais coisas são adicionadas.

Foi pensando nisso que Melanie Perkins e Cliff Obrecht decidiram fazer um empréstimo para fundar uma empresa que iria desenvolver uma ferramenta online para criar os “yearbooks” americanos, chamada Fusion Books.

veja a matéria completa na Design magazine Brasil 

Twitter: https://twitter.com/DMBr_Oficial

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Home Offices para se inspirar

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trabalhar em casa é uma tendência que aumenta a cada ano, e já é uma realidade para muitos designers. Devemos sempre ter inspiração no trabalho, e o bom é que, em nossa própria casa, podemos deixar o escritório como quisermos. nosso parceiro 100% Design listou alguns Home Offices criativos que estão listados abaixo.

 

Visto no 100% Design.

 

 

 

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Marsala: A cor do ano Pantone

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Todos os anos a Pantone elege a “cor do ano”. Isso significa a cor que vai ter mais influência em tendências para desgin, moda e beleza. E a cor de 2015 é completamente diferente da cor eleita em 2014. O lilás quente e vivo que proporcionava descontração, passou a bola para uma cor mais séria e profunda que representa sofisticação.

Marsala foi o nome escolhido para a cor do ano: marrom-avermelhado, muito envolvente e requintado. O nome da cor já rendeu boas piadas em redes sociais, uma vez que ela leva o nome de um vinho italiano e também de um molho da rede Olive Garden, também Itália.

O tom robusto fica ótimo em sofás, tapetes e pelúcias, dando ar aconchegante para os ambientes. Quanto aos cosméticos e principalmente maquiagens, a cor do ano certamente fará parte das coleções de inverno, que sempre trazem cores que misturam tons de vinho com marrom.

Coleções de grifes também já exibiram a Marsala em peças sedutoras e elegantes. A cor do ano já ocupou passarelas e vitrines, trazendo mil e uma possibilidades para usá-la em diversas situações. Já notamos ela em: batons, esmaltes, calças camurça, vestidos, bolsas e lingeries.

Fonte: FastCom

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